quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O que eu assisti de bão em: Setembro õ//

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Está tudo bem em assistir TV o dia inteiro.
Olá, pessoinhas maravilindas! Como vocês estão?

Hoje irei falar sobre as séries, filmes e podcasts que eu assisti/ouvi no mês de setembro. Nesse mês eu fiz estágio e trabalhos e provas e basicamente não tive tempo de assistir quase nada, sem contar que faz umas semanas que a internet em casa decidiu se deitar em berço esplêndido, ou seja, sem Netflix! *gritos de horror*

Mas eu assisti algumas coisinhas legais nesse mês, vamos falar sobre elas =D

Filmes



Nesse mês, num singelo final de semana sem absolutamente nada para fazer, meu namorado e eu assistimos o filme No Limite do Amanhã. É uma adaptação americanizada de All You Need Is Kill, um mangá muito muito MUITO bom MESMO que eu li esse ano. O filme é bem diferente do mangá e, a pesar de eu ter amado o mangá, achei que a história do filme foi mais consistente. É difícil explicar sem que você leia o mangá e assista ao filme.

O filme conta a história do oficial William Cage. Nosso mundo foi invadido por alienígenas cruéis e nossa única forma de defesa é utilizar trajes supertecnológicos na esperança de destruí-los. Quando o oficial recebe a notícia de que irá para o front de batalha, ele entra em pânico e deserta. Ele é recapturado e mandado ao front à força.

Chegando ao treinamento ele conhece os recrutas, sofre um pouco na mão do sargento-mor e fica sabendo da reputação de Rita Vratasky, conhecida como Full Metal Bitch, a melhor combatente contra os miméticos (os aliens). Quando William morre no primeiro dia de batalha, uma coisa bem curiosa acontece: ele começa a reviver seu dia como se nada tivesse acontecido, mas com todas as memórias de tudo o que aconteceu.



Em setembro também assisti o filme Mr. Holland – Adorável Professor. Eu faço licenciatura em Letras e a gente vive assistindo filmes e documentários sobre professores, escolas e alunos, essas coisas bem clichês. A pesar disso, os filmes são bem legais, e ouso dizer que Mr. Holland é o filme mais legal que eu assisti na faculdade.

O filme conta a história de um professor, o Mr. Holland. Ele era na verdade era um músico frustrado, e decidiu dar aulas para ganhar mais tempo (risos) para compor e um dinheiro extra (muitos risos). Ele percebe que dar aula não é algo fácil e o filme mostra sua evolução como docente, como ele deixou de ser músico para, de fato, se tornar professor.

Sabe aquela palhaçada que o Temer quer implantar, de que uma pessoa que tenha “conhecimento pleno” ou algum absurdo do tipo vai poder dar aula? Então, nem sei por onde começar para explicar o quão ridículo e absurdo isso é. Sabe qual a diferença entre bacharel em Letras e licenciatura em Letras (que é o curso que eu faço)? LICENCIATURA TEM OITO (8) MATÉRIAS LIGADAS A DIDÁTICA, PSICOLOGIA E PRÁTICA EDUCACIONAL! Dar aula não é só chegar numa sala de aula e começar a falar um monte de conhecimento descontextualizado. Fora Temer pra quem tiver um pingo de noção das coisas.

Séries


A segunda temporada de Mr. Robot chegou ao seu fim e com elas meus sentimentos de que o mundo pode ser um lugar decente se foram. SAM ESMAIL, NÃO SE TERMINA TEMPORADAS ASSIM!!!! Vamos fazer uma petição para que os roteiristas de nossos seriados favoritos parem de nos trollar.

Eu amo Mr. Robot, tanto por que o Rami Malek é lindo e talentoso (ele acabou de ganhar o Emmy de melhor ator em série de drama e foi MUITO merecido!) quanto por que a história da série é muito louca. Mr Robot é um seriado espetacular, cheio de easter eggs e puzzles e marotagens, que conta a história de um grupo de hacktivistas tentando derrubar o capitalismo ao hackear os bancos de dados da maior corporação (fictícia) do mundo. A segunda temporada narra especificamente o que acontece depois do grande hack e como o FBI está investigando o caso.

Em meio a todo esse clima de suspense, ainda lidamos com Elliot, o líder do grupo hacktivista, que tem depressão, ansiedade e transtorno de personalidade múltipla.

  

Em setembro eu comecei a assistir Gilmore Girls (após pesadas insistências de literalmente todas as pessoas do universo) no Netflix (mas tá sendo difícil assistir com a minha internet emburrada). Eu ainda estou na primeira temporada, mas o seriado é super fofo e engraçado e bonitinho e eu quero viver em Stars Hollow.

O seriado conta a história de Lorelai Gilmore, uma mulher que deu a luz aos 16 anos a Lorelai Gilmore (conhecida como Rory) (sim, ela deu o próprio nome à filha) (HOW COOL IS THAT?). Lorelai e Rory tem um relacionamento de mãe e filha muito fofo, além de que cada uma enfrenta seus desafios na vida, e o seriado é demais e todos deveriam assistir.

Outra coisa: sabe o Jared Padalecki, que faz o Sam Winchester em Supernatural? Então, ele está na série, e o nome dele é DEAN!!!!!


Eu tinha abandonado American Horror Story. Quem me conhece sabe que se tem UMA coisa que eu amo loucamente são HISTÓRIAS DE TERROR!! Acontece que eu assisti American Horror Story na época em que tinha acabado de passar a primeira temporada na televisão, bem quando eu tive uma luxação misteriosa no pulso esquerdo, e foi a série que me fez querer acompanhar outras séries. Sim, eu só sou seriadora hoje em dia por causa de AHS.

Eu adorei Murder House, Asylum é até hoje minha temporada favorita, eu achei Coven okay, mas eu não aguentei assistir Freak Show e sinceramente nem dei uma chance a Hotel. Eu gosto de terror de fantasmas, não gore, e Freak Show foi basicamente SÓ ISSO e eu não sou obrigada.

Acontece que a sexta temporada se chama “My Roanoke Nightmare”, e eu PRECISAVA assistir. Sou louca pela lenda da colônia desaparecida de Roanoke e eu senti que era a hora de voltar para o seriado. Eu assisti os dois primeiros episódios, que foram meio bobos para ser sincera, mas tenho esperanças de que não irão estragar uma das minhas creepypastas favoritas.

Podcasts

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Uma coisa que não foi tirada de mim foi minha jornada de 40 minutos para ir e voltar de ônibus para minha faculdade em outro estado diariamente (respira), e nessa bela jornada eu aproveito o tempo livre para ouvir uns podcasts cabulosos.

Ultimamente tenho ouvido muito o Mamilos, que é um podcast semanal maravilhoso sobre pautas atuais no Brasil e no mundo. As meninas lindas do Mamilos lançaram uns programas incríveis nesse último mês, sendo estes: Guerra na Síria (incrível), Manifestações e Antibióticos, Suicídio (recomendo também o programa sobre Depressão) e Filhos e Paz Mundial. Aliás, acabei de perceber que elas liberaram um programa novo sobre Eleições 2016, PRECISO OUVIR HOJE NO BUSÃO!!!
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É isso por hoje, pessoal! Espero sinceramente que em outubro eu possa assistir mais marotagens. Mas, sinceramente, duvido muito.

Até o próximo post! õ/

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Vai me dizer que você NÃO quer abraçar esse indivíduo?

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Leituras do Mês - Setembro


Olá, pessoas lindas e cheirosas e com unhas bonitas! Como vocês estão?

Hoje trago a vocês todos os mangás, quadrinhos e livros que eu li no mês de setembro! Estou feliz por estar, lentamente, conseguindo retomar meu ritmo anterior de leitura. Li várias coisas bem interessantes nesse mês, e espero que vocês gostem de conferir. Se tiverem lido algum dos livros, ou se quiserem ler, ou se querem botar fogo em alguma das obras, ou em mim, deixe um comentário! Arranjaremos tudo para que o fogo não se espalhe.

Mangás
One Punch Man #03 Arakawa Under The Bridge #02

Eu nunca fui muito fã desse mangá, mas ao ler One Punch Man #03 eu finalmente desisti da série. Todo mundo fala super bem, todos os meus amigos que curtem animes e mangás adoram, meu irmão quer ser o Saitama quando crescer (os mangás são dele), mas meu, sério, esse mangá É MUITO CHATO! Não tem história, a pouca história que tem não faz sentido, os monstros são piores do que aqueles dos Power Rangers, o Saitama até é engraçadinho mas, sério, na maior parte do tempo o mangá é simplesmente tedioso. Não vou prosseguir com a leitura. Mas, confesso, o trabalho gráfico em cima dessas edições brasileiras de OPM é excelente, queria que todos os mangás por aqui fossem desse jeito!

No mês de setembro também li o segundo volume de Arakawa Under the Bridge. O mangá conta a história de um garoto rico que vai morar debaixo da ponte por dever sua vida a uma garota que é mendiga. O mangá é muito engraçado e eu ri alto lendo literalmente todas as páginas dele, mas eu gostei mais do primeiro volume. Não sei exatamente o motivo, mas eu senti falta da nossa querida Venusiana Nino, que apareceu pouco. Vou continuar lendo o mangá conforme ele é lançado no Brasil (apenas a cada dois meses, que sofrimento).

Quadrinhos

Ms. Marvel #09 (2016) Ms. Marvel #10 (2016)

Nesse mês eu li os dois volumes mais recentes de Ms. Marvel (#09 e #10), que estão entrelaçados na Segunda Guerra Civil, e MEU SEM OR JESUS ME SEGURA DESLIGA O MUNDO QUE EU QUERO DESCERRRRRRRRRRRR. Muita coisa louca está acontecendo, sinceramente até estou com um pouco de pena da Kamala. Mas uma coisa que eu estou AMANDO é que a cada volume aparecem personagens mais diversos e a história nunca vira só briga luta briga luta, sempre há confrontos e dramas e crescimento das personagens. 

Eu amo demais essa HQ.

Livros 
Harry Potter and the Goblet of Fire Harry Potter and the Order of the Phoenix Harry Potter and the Half-Blood Prince O Adulto 
Mensagem Auto da Índia O Oráculo Oculto 

Primeiramente, acalme-se. Sim, eu sei que parece que eu li muita coisa, mas na verdade três dessas obras acima são incrivelmente curtas, e eu só as adicionei aqui separadamente por terem edições físicas separadas, de fato. Essas três obras são: 

01) O Adulto, de Gillian Flynn. Este livro na verdade é um conto que ela escreveu para um antologia organizada pelo George R. R. Martin. Eu li por e-book e o conto tem quase 50 páginas. É um conto de terror sobre uma protagonista sem nome que trabalha como vidente, vendendo pequenas fraudes para clientes desesperados. Um dia uma moça busca sua ajuda, dizendo que seu enteado tem algum tipo de problema e que a casa para a qual eles acabaram de se mudar está despertando coisas estranhas no rapaz. O conto é muito bom, cheio de reviravoltas de cair o c* da bunda, mas eu não gostei muito do final... 

02) Mensagem, de Fernando Pessoa. Na faculdade eu tenho uma matéria de Literatura Portuguesa e, dentre muitas coisas, estamos estudando Fernando Pessoa e as conexões de Mensagem com Os Lusíadas. O livro tem pouco mais de 100 páginas, mas é composto de poemas curtinhos. É um livro interessante historicamente, pelo teor nacionalista da obra, mas não é uma leitura que eu faria por hobbie. Baixei o e-book e li na fila da lotérica (além de fazer escanção e ter que interpretar vários dos poemas em casa para os trabalhos, é claro).

03) O Auto de Índia, de Gil Vicente. Também estou estudando Gil Vicente em Literatura Portuguesa e tive que ler esta peça para fazer uma prova. É uma peça um pouco difícil, a pesar de ser curtinha (menos de 40 páginas). Supostamente seria uma peça de humor sobre uma mulher que trai o marido que foi para a guerra, mas é muito difícil dar risada quando você tem que ficar checando as notas de rodapé a cada fala de personagem. Eu achei mais fácil assistir a peça no YouTube, a pesar de só ter encontrado versões em português de Portugal. 

Em setembro eu também li três livros de Harry Potter em inglês: Harry Potter and The Goblet of Fire, and The Order of the Phoenix, and The Half-Blood Prince. Eu já li Harry Potter duas vezes em português e agora estou lendo pela primeira (terceira?) vez em inglês. Estou achando a leitura muito fácil, os livros são demais e eu sempre choro lendo (principalmente quando aquele personagem morre em Ordem da Fênix e aquele outro morre em Enigma do Príncipe). Estou lendo no momento o sétimo livro, em inglês.

O Oráculo Oculto, o novo livro do Rick Riordan, se foca nas aventuras e desventuras do deus grego Apolo que, após os eventos em Os Heróis do Olimpo, foi punido por Zeus e transformado em humano. Apolo tem que ajudar uma semideusa com poderes ligados a frutas chamada Meg se quiser voltar a ser deus. Nessa saga nova temos também algumas personagens antigas que eu amo, como o Nico di Angelo, e outras personagens novas muito divertidas e diversas e irreverentes e EU AMO TODOS OS SEMIDEUSES E IREI PROTEGÊ-LOS. Esse foi um dos livros mais divertidos do Tio Rick e mal posso esperar pelos próximos! Inclusive os próximos de Magnus Chase, também...
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Então, pessoal, é isso por hoje. Espero que tenham gostado das minhas leituras, deixem um comentário falando sobre os livros que chamaram vossa atenção. Vocês gostam de ler livros por obrigação? Já passaram por isso? NÃO ME DEIXEM NO VÁCUO!!

Beijos, e até o próximo post! (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

"Por favor, me diz que você também tá vendo isso!"
Parabéns pelo Emmy, Rami! Você é lindo e cheiroso!

domingo, 25 de setembro de 2016

Agência de Investigações Holísticas Dirk Gently, de Douglas Adams

Agência de Investigações Holísticas Dirk GentlyAutor: Douglas Adams
Título Original: Dirk Gently's Holistc Detective Agency
Editora: Arqueiro
É bom?: ★★★
Páginas: 240

Sinopse: “Um colossal épico cômico musical romântico policial de horror sobre viagens no tempo, fantasmas e detetives.” — O autor.
Richard MacDuff é um engenheiro de computação perfeitamente normal que sempre se comportou muito bem, obrigado, até o dia em que deixa uma mensagem equivocada na secretária eletrônica de sua namorada, Susan Way. Arrependido, toma a decisão mais natural possível: escalar o prédio dela e invadir seu apartamento para roubar a fita com a gravação. Na vizinhança, Dirk Gently bisbilhota os arredores com seu binóculo quando presencia o ato tresloucado do antigo colega de faculdade e decide entrar em contato para lhe oferecer seus serviços investigativos. Depois de uma série de acontecimentos bizarros, o detetive percebe uma interconexão obscura entre a atitude estapafúrdia do amigo e o assassinato de Gordon Way – irmão de Susan e chefe de Richard, que passa a ser suspeito do crime. De uma hora para outra, os dois veem-se envolvidos num caso incrivelmente estranho, com elementos díspares e desconexos que, no final, conseguem se encaixar de forma perfeita e construir uma trama típica de Douglas Adams.

Para ser completamente honesta, eu tinha expectativas bem baixas em relação a este livro. Sou fã de carteirinha do Douglas Adams, sou apaixonada pelo Guia mas, além disso, também sou muito fã da pessoa que o Douglas era. Quando li a biografia dele escrita pelo Neil Gaiman (Não Entre em Pânico) e O Salmão da Dúvida (uma espécie de compilados da vida do Douglas), eu tive certeza de que queria ser uma escritora igual a ele: completamente original e criativa, irreverente, com uma vida intensa e interessante e capaz de cativar fãs ao redor do mundo com minhas histórias.

A questão é que eu acredito que existe um limite de espetacularidade que uma pessoa pode alcançar. Se você é um escritor e escreve dez livros, pelo menos um deles tem que ser menos bom (eu não diria RUIM, pois ruim é uma palavra muito forte... vocês entenderam). Mas Douglas Adams, como já era de se esperar, não segue as regras da probabilidade e foi capaz de escrever um livro espetacular mesmo já tendo outros livros espetaculares e duas biografias.

Houve até uma série do Dirk Gently! Mas foi cancelada... ;-;
A única pessoa capaz de escrever um livro tão sem nexo mas que ao mesmo tempo tem uma história profunda e intrincada é o Douglas Adams, e ele provou isso em Agência de Investigações Holísticas Dirk Gently.

O livro conta a história de Richard, um homem completamente normal e com problemas de pessoas completamente normais que, de um dia para o outro, esbarra numa espiral de maluquices envolvendo um Monge Eletrônico de outra dimensão, um investigador maluco que não liga exatamente para resolver um mistério, mas entender todas as FACETAS do mistério, um fantasma em fase de testes, idosos sem noção das coisas e viajem no tempo/espaço. E, é claro, um sofá entalado.

“Um colossal épico cômico musical romântico policial de horror sobre viagens no tempo, fantasmas e detetives.” — O autor.

NENHUM TRECHO DESTA FRASE CONTÉM MENTIRAS

SOBRE O LIVRO, O LIVRO TEM TUDO ISSO MESMO, É

 DEMAIS!!! LEIAM!!!!!!

O livro é bem curtinho e não quero dar spoilers, só queria pontuar que a história é MUITO engraçada, você ri praticamente o tempo todo durante a leitura e, a pesar de alguns personagens e acontecimentos parecerem desconexos, absolutamente TUDO se conecta no final (estamos falando de HOLÍSTICA) e você fica de queixo caído! Acho que Dirk Gently daria um excelente seriado, para ser sincera... Poxa, BBC, bora investir num remake!

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Onde será que posso encontrar as HQs de Dirk Gently para baixar por torrent?
Enfim, se você tem medo de que este livro não seja tão bom quanto O Guia, peço gentilmente que NÃO ENTRE EM PÂNICO e aceite que nada vai ser tão bom quanto O Guia. Mas lembre de que este livro foi, afinal, escrito pelo Douglas Adams e é uma obra espetacular, que merece atenção. É divertido, de bugar o cérebro e tem mistério e suspense.

O que mais a gente pode esperar de um livro?

  

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

La Caixita #50 (em vídeo!!)


Olá, galerinha! Tudo bom?

Hoje trago a edição de número #50 da coluna La Caixita. Tudo começou em 2011. Eu fiz algumas das primeiras La Caixitas em vídeo mas acabei tirando-os do YouTube sem querer (por isso você só vai encontrar 46 postagens da La Caixita, a pesar de termos 50 edições). A mais antiga que eu encontrei foi a La Caixita de número #03, e cara, que demais rever os livros nela! 

 

Primeiramente nós podemos ver A Guerra dos Tronos, livro que ganhei em meados de dezembro de 2011 mas só cheguei a ler ano passado, e cuja saga amei tanto que o assunto do meu TCC em Letras é baseado em uma de suas personagens! Devo tudo isso à minha tia, que me comprou o primeiro livro, e ao meu irmão, que comprou por mim (e não para mim, eu tive que pagar depois) os demais quatro livros. Obrigada, seus lindos!

Também reparei que, dos demais livros, eu só tenho hoje Bela Maldade, um livro sobre psicopatia, e Binno OXZ e o Clã de Prata, um livro nacional muito louco que eu até hoje fico triste por não ter continuação. Todos os demais livros eu troquei ou dei para outras pessoas ¯\_(ツ)_/¯

Enfim, chega de nostalgia, vamos ver o livros que chegaram para mim desde junho =D















É isso por hoje, pessoal! Espero que tenham gostado do post, se tiverem algum comentário ou sugestão de como melhorar os vídeos do canal, fico mais do que feliz em ouvir sua opinião. Mas enfim, me conte o que achou dos livros, se já leu ou quer ler algum, enfim, comente!

Até a próxima (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

Verdadeiras filmagens da Nath enquanto ela escreve seu TCC.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Uma História Meio que Engraçada, de Ned Vizzini

Uma História Meio Que EngraçadaAutor: Ned Vizzini
Título Original: It's kind of a funny story
Editora: Leya
É bom?: ★★★
Páginas: 296

Sinopse: O que aconteceria se você descobrisse que a maior idealização da sua vida não era aquilo que você esperava? O adolescente Graig Gilner vai perceber que, até mesmo ao atingir um objetivo, nem sempre as coisas saem da forma como deveriam. Mas aprenderá também que, mesmo nas adversidades, é possível fazer novos amigos, se apaixonar e encontrar motivos para viver. Como muitos adolescentes determinados a vencer na vida, Craig Gilner acredita que asua entrada na Executive Pre-Professional High School de Manhattan é o passaporte para o seu futuro. Obstinado a ter uma vida de sucesso, Craig estuda dia e noite para gabaritar no exame de admissão, e consegue. A partir daí, o que deveria ser o dia mais importante da sua vida, acaba marcando o início de um sufocante pesadelo.


A primeira vez que tive contato com esta história não foi diretamente com o livro, mas sim com o filme Se Enlouquecer, Não Se Apaixone (péssima tradução, eu entendo). Lembro que assisti o filme pela primeira vez quando estava muito deprimida, há pelo menos dois anos, e tenho assistido novamente de vez em quanto. Não sei ao certo quantas vezes já assisti ao filme, mas sei que, desde a primeira vez, sou louca para colocar as mãos no livro.

Assim que eu soube que (FINALMENTE) a Leya traria o livro Uma História Meio que Engraçada para o Brasil, com um nome decente e bem traduzido (sério, quem foi que pensou que “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” seria um bom nome?), eu simplesmente PRECISAVA comprar. Assim que o livro chegou em casa, comecei a ler e...

MELHOR FILME DE TODOS, também quero sorvete
...tomei um susto. Percebi que a história do livro é MUITO diferente da história do filme. Eu tive medo de não gostar tanto do livro exatamente por ser tão apaixonada pelo filme.
Bom, o livro conta a história de Craig Gilner, um adolescente que deu tudo de si durante um ano estudando, com o objetivo de conseguir ir bem numa prova para receber uma bolsa para a melhor escola de ensino médio de Nova York. A questão é que estudar igual a um condenado exige muito de você, principalmente quando você tem uns amigos não tão legais, é apaixonado pela namorada do seu melhor amigo e, só para não perder o costume, tem depressão. Esse é Craig. Welcome to his life.

No começo do livro, conhecemos o lado engraçado, porém auto-depreciativo, do Craig. Ele é um adolescente normal, só que com depressão – tanto que eu me identifiquei absurdamente com ele, e me vi na pele dele em praticamente todos os momentos do livro. Ter depressão na adolescência não é fácil, e sabendo que o próprio autor lutou contra a depressão durante praticamente toda a vida só torna o livro mais valioso.

"Eu gosto do fato de que você não esconde seus problemas, como todo mundo faz. E eu sinto que não preciso esconder os meus problemas quando estou com você".
Craig, um dia, percebe que sua saúde mental realmente caiu pelo ralo e nunca mais poderá ser recuperada, e é então que ele tem a genial ideia de cometer suicídio. Mas ele é bem medroso – vide: eu – e acaba ligando para uma linha de emergência especializada em ajudar pessoas que estão pensando em suicídio. Ele é convencido a ir ao hospital mais próximo, onde ele se interna como paciente psiquiátrico sem nem consultar os pais, e vive uma semana muito louca, mas cheia de aprendizado, na ala psiquiátrica do hospital, interagindo com outros pacientes com outros problemas, fazendo amigos e redescobrindo talentos.

A pesar de falar de um assunto muito sério – depressão, ansiedade, transtornos mentais, etc. – o livro não glamouriza essas condições. É muito comum você encontrar por aí artistas *cof* Lana Del Rey *cof* que tentam glamourizar a tristeza, a depressão, e outros até tentam glamourizar o suicídio, a auto-mutilação e a anorexia *cof* indústria da moda *cof*. Nenhuma dessas coisas é nada bonita, e eu digo isso por que vivo com depressão e ansiedade há anos, ainda tomo remédios para controlar isso e já passei por momentos em que me auto-mutilei. Não me orgulho dessas coisas, e fico extremamente feliz que o Ned colocou essas condições no seu livro como condições que merecem atenção e tratamento, não coisas bonitas, melancólicas, góticas suave, whatever.

Mapas cerebrais <3
Além disso, o livro é muito divertido. Craig é um personagem extremamente inteligente, sarcástico, paranóico e tem uma imaginação MUITO fértil. Ele cria cenários em sua cabeça que são muito reais para quem sofre de ansiedade e fica pensando em mil e uma formas que uma situação pode dar errado. Gostei da AUTENTICIDADE que o livro tem. Acredito que o Ned soube colocar a alma e a experiência dele no Craig.

Não vou falar muito mais, pois corro o sério risco de soltar um spoiler, só queria dizer que esse livro não entrou para a minha lista de favoritos à toa. O livro é muito especial. Você não vai se arrepender nem por um segundo de ler – se não for para se encontrar na história, pelo menos vai conhecer um pouco a cabeça de uma pessoa com depressão. Só Deus sabe como a gente precisa de mais tolerância.

"Eu sinto como se eu estivesse a ponto de explodir. Todo o estresse a pressão e a ansiedade estão borbulhando, mas nunca consigo extravasar esses sentimentos. Eu simplesmente guardo eles para mim."

Para finalizar, vou deixar vocês com essa pequena cena do filme, que é linda e me faz cantar loucamente toda vez que assisto <3

domingo, 11 de setembro de 2016

The Stanley Parable - Muitos finais, um pouco de filosofia e uma boa dose de falta de noção


Olá, pessoas maravilindas!

Hoje escrevo com o objetivo de lhes recomendar um dos melhores jogos que eu já tive o prazer de jogar. Eu não costumo falar de vídeo-games no blog com frequência, mas quem me conhece sabe que eu adoro três coisas: 01) Legacy of Kain; 02) Jogos de terror e 03) Puzzles!

The Stanley Parable não é Legacy of Kain (apenas Legacy of Kain é Legacy of Kain), não é terror (a pesar de ser bizarro) e não tem puzzles. MAS EU JURO ESSE JOGO É DEMAIS!


The Stanley Parable é um jogo em primeira pessoa em que você é Stanley. Stanley trabalha num cubículo, num prédio cheio de escritórios, e viveu a vida toda recebendo ordens para fazer coisas específicas no computador da empresa. Esse é seu trabalho: cumprir ordens. Um dia, subitamente, essas ordens pararam de vir, e Stanley decide investigar o que pode ter acontecido. É então que ele descobre que todos os seus colegas de trabalho simplesmente desapareceram do prédio.

Stanley então deve explorar o prédio e descobrir o que, afinal de contas, aconteceu. O problema é que, olha que incômodo, tem uma voz dentro da cabeça de Stanley narrando tudo o que ele faz. Putz.

O narrador dá ordens a Stanley, diz se ele deve entrar na porta da esquerda ou da direita, se deve subir ou descer as escadas, diz até o que vai acontecer se ele entrar por um determinada porta. O narrador nunca mente, mas o Stanley não é obrigado a fazer nada do que ele diz, também. É daí que o jogo começa a ficar interessante, você encontra vários lugares diferentes e bizarros para explorar e vai até parar no Minecraft.



The Stanley Parable é um jogo de jogabilidade simples. Você anda e olha para todos os lugares, abre algumas portas, às vezes interage com um ou dois objetos, mas, fora isso, você está à mercê do narrador. Ele pode te levar para onde quiser, pode resertar e mudar o jogo a qualquer momento, e pode te abandonar completamente. 

O melhor do jogo, na minha opinião, é o fato de que temos não um ou dois, mas dezessete finais possíveis, cada um mais maluco que o outro, e você alcança cada um deles ao tomar (ou deixar de tomar) decisões durante o jogo.

Vou falar sobre esses finais. Já consegui fazer todos, e eu acho esse jogo tão espetacular que de vez em quando refaço alguma rota só por diversão. CUIDADO, o trecho abaixo tem SPOILERS, só leia se não se incomodar com isso!

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Final da Liberdade

Para alcançar esse final, você deve obedecer todos os comandos que o narrador te dá. Você deve entrar pela porta da esquerda, subir as escadas, colocar a senha no painel, entrar na sala de controle mental (Mind Control Facility) e clicar o botão OFF. Fazendo isso você vai desligar os controles. Uma porta vai se abrir para um campo verde e bonito e você vai até ele, fugindo do prédio.

O narrador, que adora discursos, vai falar sobre como Stanley é finalmente uma pessoa livre e pode fazer o que quiser da vida. Isso é irônico, pois só conseguimos esse fim ao obedecer tudo o que o narrador diz.

Final Explosivo

Você deve obedecer tudo o que o narrador te manda fazer, mas quando você chegar na sala de energia (Power Facility), ao invés de desligar o experimento, você o liga, clicando em ON. O narrador vai ficar surpreso com sua sede de poder, mas vai revelar que o botão ON não serve para controlar as pessoas, mas sim para iniciar a auto-destruição de todo o prédio. Stanley tem alguns minutos para caminhar pelo local tentando encontrar uma forma de parar a explosão, mas é inútil. Após um discurso terrível do narrador, você morre.

Final Covarde 

Assim que o jogo começar, feche a porta do seu escritório ao invés de sair explorando o escritório. Fechando a porta Stanley escolhe uma vida perpétua de encarar o computador e esperando que os comandos voltem a aparecer. O narrador vai falar sobre como essa foi uma decisão covarde da parte de Stanley e o jogo recomeça.

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O Final Maluco

Você deve obedecer o que o narrador diz até o momento de subir as escadas para o escritório do seu chefe. Nesse momento você deve descer as escadas e entrar pela porta que temos ali.

Essa porta te leva para um loop infinito das mesmas quatro salas. Enquanto Stanley anda nessas salas o narrador lentamente começa a questionar a realidade de Stanley. Depois de um tempo, Stanley se convence de que está num sonho é tenta controlar o que está acontecendo, chegando até a voar e a aparecer num universo estrelado. Mas, ao perceber que não consegue acordar, Stanley começa a gritar e gritar por ajuda cada vez mais e mais alto até que cai morto.

Depois disso, o narrador começa a narrar a história de uma mulher chamada Mariella, que acabou de encontrar o cadáver de um homem. Mariella estava indo para o trabalho quando encontrou o cadáver. Ela reflete sobre como o homem parecia maluco.

O Final do Museu

Obedeça a tudo o que o narrador diz, mas ao invés de entrar na Mind Control Facility, vire pelo corredor escrito "escape". O corredor é longo e, enquanto você caminha por ele, o narrador te conta sobre como você irá encontrar uma morte terrível e que ainda dá tempo de voltar. Você ignora o narrador e cai numa máquina compressora, e está lentamente indo em direção à uma dolorosa morte. 

No entanto, o jogo para logo antes de você morrer e você é transportado para um... museu! Nesse museu você pode encontra conteúdos do jogo que não foram utilizados na versão final, encontra easter eggs, texturas, testes de som, dentre outras marotagens.

Depois de explorar o museu, uma narradora vai te levar de volta ao compressor, e a única forma de você se salvar é resetando o jogo. Se você não resetar, o compressor irá te matar e a tela ficará preta, te forçando a resetar manualmente.

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Final Confuso

Você deve desobedecer o narrador. Vá pela porta da direita, vá na porta aberta ao lado esquerdo mas, ao invés de ir para a rota em frente, pegue o elevador e desça para uma parte estranha do jogo. Lá você encontrará quatro portas, e o narrador ficará confuso acerca de onde você deve ir. Eventualmente ele te mandará por uma das portas, mas lá você encontrará o painel dos funcionários sendo mentalmente controlados, o que é um spoiler nessa linha do tempo. O narrador fica chateado e recomeça o jogo, mas acontece que aparecem mais portas na sala das duas portas. O narrador te deixa explorar, mas você eventualmente se perde e ele recomeça. Nesse momento, ao voltar à sala das duas portas, não há nenhuma porta! O narrador fica nervoso e recomeça novamente.

Nisso, ele usa o recurso da Linha de Aventura da Parábola de Stanley (The Stanley Parable Adventure Line). Ou apenas Linha, para simplificar. A Linha é uma Linha amarela que supostamente deveria te levar para as partes certas do jogo, mas ela só te confunde e te leva para a sala dos monitores.

Depois de reiniciar várias vezes, o narrador decide não mais seguir a Linha e ele e Stanley começam uma aventura por lugares aleatórios. Eventualmente você vai parar numa sala onde as regras do Final Confuso estão escritas num telão. O narrador lê e fica horrorizado de saber que está sendo controlado, ele então para o jogo, e eventualmente ele reseta sozinho.

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O Final do Telefone

Vá pela porta da direita e entre no depósito, seguindo reto, sem entrar na porta da esquerda. Ali tem um andaime, e você deve subir nele. Você vai encontrar uma sala com um telefone, e deve atendê -lo. Ao fazer isso, você será teletransportado para o que parece o apartamento do Stanley.

As portas se abrem e Stanley espera ver sua esposa, mas tudo o que ele vê é um manequim. Stanley é forçado a entrar no apartamento, e lá ele é forçado a apertar vários botões que lentamente transformam o apartamento de Stanley no... escritório dele! O narrador então conta uma história perturbadora, a história da morte de um homem chamado Stanley. Essa história é muito perturbadora, você percebe que Stanley não tinha vida fora do escritório.

Final Não é o Stanley 

Vá pela porta da direita e entre no depósito. Suba no andaime e entre na sala do telefone, mas tire ele da tomada ao invés de atender. O narrador fica bravo e mostra um vídeo educativo muito hilário sobre como tomar decisões e fazer boas escolhas. Você será teletransportado para a sala das duas portas para praticar o que aprendeu com o vídeo.

Você deve entrar pela porta esquerda, e lá vai encontrar a sala de reuniões toda distorcida e destruída. O narrador fica com raiva e diz que Stanley destruiu o jogo dele. O narrador te leva novamente para a sala das duas portas. Você deve ir pela da esquerda e subir as escadas, uma vez que a descida está bloqueada. Você chega na sala do seu chefe, mas ela está diferente e, ao invés de uma senha para digitar, você deve falar a senha para um aparelho detector de vozes. Você não consegue falar a senha, o narrador fica com mais raiva e diz que você pode fazer o que diabos quiser e que ninguém se importa mais. Você vai parar acima da sala das duas portas e observa o narrador falar com Stanley (que você não mais controla).  O narrador fica triste por que o Stanley não o responde mais. É um final bem triste.

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O Final Poderoso 

Entre pela porta da direita  e vá para o depósito. Suba no andaime e se jogue para o chão. Você irá morrer, e o narrador fará um pequeno discurso sobre a coragem de Stanley, que sacrificou sua vida para não mais ser controlado, e reiniciará o jogo.

O Final do Jogo

Desobedeça absolutamente tudo o que o narrador disser: entre pela porta da direita, vá ao depósito, suba no andaime e pule para a passagem no meio do depósito. Entre pela porta no fim da passagem e depois entre pela porta azul três vezes. Stanley entrará numa sala que o narrador não terminou de desenvolver. O narrador mostrará vários protótipos de jogos em que está trabalhando, já que o Stanley faz de tudo para não ir pelos lugares certos em The Stanley Parable.

Stanley eventualmente vai parar no jogo do bebê, que consiste em um bebê que engatinha em direção ao fogo. Seu objetivo é apertar um botão e repetidamente impedir que o bebê morra queimado.

Se você deixar o bebê morrer o narrador te transporta para o Minecraft. Você assistirá o narrador montar uma casa e depois tem que sair procurando por diamantes. O narrador acaba deixando a tela escura por não gostar do fato do jogo ser aberto demais. Stanley é transportado para a primeira fase de Portal, onde ele tem que resolver um quebra-cabeça. Quando você tentar subir pelo elevador o narrador irá retirá-lo de você e você sera obrigado a se jogar numa versão antiga do escritório do jogo. O narrador faz um discurso filosófico e reinicia o jogo.

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O Final Zen

Vá pela porta da direita, entre no depósito, suba no andaime e pule na plataforma abaixo. Entre pela porta vermelha. Você encontrará um céu estrelado e o narrador falará sobre ter encontrado paz e felicidade. Eventualmente você deverá entrar na porta à frente, que te levará para uma sala com uma escadaria. Subindo a escadaria o narrador acha que você irá se jogar e se matar, e começa a implorar para que você não faça isso. 

Você pula do topo da escada e não morre, mas o narrador fica preocupado que você tente novamente. Você tenta várias vezes e, quando finalmente morre, o narrador faz um discurso sobre a felicidade verdadeira não existir e o jogo reinicia.

Final do Pé-Frio

Faça o mesmo do Final Poderoso, mas ao invés de subir e ficar no andaime, suba e volte para onde estava. O andaime vai partir sem você. Isso te deixa preso, pois você não pode voltar por onde veio e nem ir pelo andaime. Sua única alternativa é se jogar e morrer.

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Final da Plataforma de Arremesso 

Faça tudo o que o narrador manda até chegar na sala do seu chefe. Entre e saia rapidamente do escritório do seu chefe e a porta será fechada, mas todas as portas anteriores se abrirão. Você deve refazer seu caminho até o escritório do Stanley, e chegando lá você verá que uma das portas aleatoriamente se abriu.

Se você entrar por esta porta você encontrará uma escadaria. Você deve subir as escadas que sim, são muito longas. No final você encontrará uma plataforma de Arremesso, mas não poderá escapar por ela pois o narrador desapareceu na sala do seu chefe e não pode te ajudar.

Final Pela Janela 

Perto do escritório do Stanley, suba na mesa 434 e tente sair pela janela. É um pouco chato descobrir como subir na mesa, você tem que subir na cadeira e então na mesa, e depois engatinhar até a janela. Do lado de fora o narrador dará uma escolha ao Stanley. Se você escolher "Sim", ele vai cantar uma música para você. Se você escolher "não" ele vai te contar das possibilidades que você perdeu se tivesse dito sim.

Final Celestial

Você tem que inserir comandos em 5 computadores para conseguir esse final. Primeiro vá ao computador 419 e aperte o computador para inserir um comando. Reinicie o jogo. Depois, vá ao computador 423. Insira o comando e reinicie. Vá então à sala do chefe, não entre no escritório dele, apenas insira o comando no computador da secretária. Reinicie. Insira o comando no computador 434 e reinicie. Na sala do Stanley, insira o comando no computador dele. Você será levado a um lugar branco com botões coloridos. Eu estou crente de que temos que inserir um código nesses botoes, mas por enquanto não descobri nada. Enfim, para sair daí você tem que reiniciar o jogo, mas o comando do computador do Stanley vai continuar por lá caso você queira voltar.

Final da Lousa Branca

Às vezes, quando o jogo reinicia, o escritório do lado de fora da sala do Stanley muda, não é mais o escritório cheio de mesas, mas um uma sala azulada. Nesse universo você pode abrir a porta 426. Dentro desta porta temos uma pequena salinha com uma lousa branca que diz "Bem vindo ao Final da Lousa Branca!" (Welcome to the Whiteboard Ending!). Não é exatamente um final, pois o jogo não reinicia e você pode achar as demais localidades do jogo explorando-o.

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O Final do Armário de Vassouras

Assim que você sair da sala de reuniões você vai encontrar uma porta que diz "Armário de Vassouras" (Broom Closet). Essa porta fica antes da escadaria. Você consegue interagir com essa porta e dentro dela não tem nada além de uma prateleira e vassouras. Se você entrar e ficar ali o narrador vai ficar incomodado e depois de um tempo ele assume que você morreu. Quando você sair da sala  o narrador vai trazer o Jogador 2 (que ainda é você). 

+ um easter egg: Conquista da sala 430 no Steam

Se você, como eu, comprar o jogo no Steam, você poderá conquistar alguns Achievements. Um deles é o de clicar na porta 430 cinco vezes. Acontece que, se você fizer isso, o narrador vai ficar incomodado por você tentar ganhar uma conquista tão simples e vai começar a dificultar as coisas pra você, pedindo que você clique na porta cinquenta vezes, que clique em várias portas, suba nas cadeiras, etc. É divertido e no final você de fato ganha o Achievement!

Conclusões (SEM SPOILERS!)

O jogo é muito divertido, cheio de reviravoltas. Eu adoro o narrador, que a princípio parece um vilão mas logo se revela uma personagem humana com sentimentos e objetivos. Sem contar que os monólogos do narrador são divertidos, alguns são engraçados, outros são filosóficos e outros são até mesmo tristes.

A melhor parte do jogo é reflexão que ele trás sobre escolhas e livre arbítrio. O jogo em si não tem uma história com começo, meio e fim, mas sim uma miscelânea de momentos divertidos, tristes e malucos. Eu adorei o jogo e realmente o recomendo a todos!

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