domingo, 29 de maio de 2016

Leituras do Mês - Maio



Olar, pessoal! Tudo bom?

Eu tô exausta psicologicamente. Já é mais de uma da manhã, eu já me entupi de seriados mas não consigo ficar com sono. Eu queria alguém pra conversar. Tô cansada de ficar sozinha. Eu entro no meu quarto e a primeira coisa que eu vejo são as caixas de papelão que eu prometi que usaria para um projeto que estou procrastinando há quase um mês. Acima das caixas, tem um quadro com uma mulher com o rosto virado de cabeça para baixo. Tenho medo desse quadro, mas não consigo chegar perto o suficiente para tirar ele de lá. Mal consigo ler ultimamente. Sinto falta de quando eu lia mais de 100 páginas por dia, sinto falta de ler dois livros por semana. Ultimamente não estou conseguindo ler nada, todo livro que leio é ruim, ou eu cérebro não me deixa gostar de nada. Eu tô cansada.

Mangás
One-Punch Man #01

Em maio só li um mangá, e sinceramente foi um mangá péssimo. Todo mundo tá falando de One Punch Man como se fosse algo espetacular, o grande novo anime, mas é só uma história boba, super infantil e sem sentido sobre um cara que dá um soco e acaba todas as lutas. Com um universo mal explicado, personagens mal desenvolvidos e um traço ruim, nem sei como eu li o primeiro volume inteiro desse mangá.

Livros

O Homem Que Calculava Harry Potter and the Sorcerer Jovens de Elite
 A Rainha Vermelha Harry Potter and the Chamber of Secrets

Em maio eu li muito, muito pouco mesmo. Foi um mês péssimo para mim e ler era a última coisa que eu queria. Mas ainda consegui ler mais do que pensava que conseguiria ler. Eu odeio ler mais de um livro ao mesmo tempo, não por que seja confuso ou algo assim, pois não é, a questão é que eu gosto de uma certa linearidade, mas esse foi o único jeito que eu encontrei de conseguir de fato terminar alguns livros esse mês. Eu vou trabalhar todo dia de manhã e quando não tem clientes eu posso ler, e eu cheguei a levar quatro livros pro trabalho e ler 10 páginas de cada apenas só para me mover na leitura.

Eu li O Homem que Calculava, um livro brasileiro muito legal, escrito sob um pseudônimo árabe. O livro é incrível, tem ótimas ilustrações, a história é divertida, trás vários enigmas matemáticos e tem um final surpreendente. Realmente adorei esse livro.

Eu li os dois primeiros volumes de Harry Potter em inglês! Não um atrás do outro, mas li os dois. Eu já li HP em português duas vezes e agora estou lendo no idioma original e na verdade estou achando bem fácil. Ainda não tenho os últimos dois livros em inglês, no entanto :T

Li Jovens de Elite e A Rainha Vermelha, dois young adults que me decepcionaram bastante. Eu adoro a Marie Lu e esperava mais de Jovens de Elite, mas o livro não foi de todo mau e espero que melhore no segundo. Clique aqui para ler minha resenha de Jovens de Elite. Já A Rainha Vermelha é um livro horrível e eu perdi meu precioso tempo lendo-o. Sem mais.

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Enfim, pessoal, foi isso que eu li em maio! Espero conseguir ler mais em junho, e espero terminar de ler A Dança dos Dragões, pois já estou enrolando tempo demais com esse livro...

Até o próximo post!

sábado, 28 de maio de 2016

O que eu assisti de bão em MAIO


Olá, pessoas cheirosas! Tudo bom?

Como vocês muito provavelmente não sabem, eu decidi cancelar o Desafio de Metas 2016, e eu explico o motivo disso nesse post. É claro que eu decidi colocar algo no lugar do post de desafio, e agora teremos um post mensal com as séries/filmes/animes/podcasts/qualquer outra coisa que eu tenha assistido no mês. Enfim, prepare-se para muitas lágrimas e raiva! (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

Séries

"Need" é o jeito do Dean dizer "love" :)))
Chegamos ao fim da décima primeira temporada de Supernatural. Tem quem ache que a série já deu o que tinha que dar, que ninguém aguenta mais, que a série vai terminar apenas da nonagésima terceira temporada, etc. Eu, pessoalmente, amei Supernatural desde a primeira vez que assisti, dublado no SBT, e vou continuar amando até o fim, seja lá quando for.

Claro que a série tem seus problemas como queerbaiting (eu quero traduzir esse termo mas não consigo pensar em nada adequado... talvez "tensão queer"?), e maltratar todas as personagens femininas que aparecem na série. Isso já me deixou muito puta, mas depois de vários fãs como eu reclamarem muito para os roteiristas, eles finalmente estão mudando várias coisas no seriado. Já estou ansiosa pela décima segunda temporada, mesmo que a décima primeira tenha destruído meus sentimentos... :'(


Castle chegou ao fim na sua oitava temporada e isso quebrou demais meu coração. Castle é o meu seriado favorito de todos os tempos e eu não estava pronta pra um final, muito menos um final como aquele. Vou fazer um post em breve sobre isso, mas eu tô tão triste com esse final... :'(

Mas que besteira de gente branca é essa?
Unbreakable Kimmy Schimidt foi um achado. Sempre que eu ia assistir algo no Netflix eu via a recomendação desse seriado logo embaixo e decidi dar uma chance para ele. UKS é um seriado original da Netflix produzido pela Tina Fey e é EXCELENTE! É muito engraçado, divertido, tem cenas dramáticas muito boas, fala sobre temas sérios e tem as melhores piadas! 

Ah, e as personagens são espetaculares! A Kimmy, personagem principal, foi sequestrada quando era adolescente e ficou presa num abrigo subterrâneo por 15 anos. Mesmo com essa história trágica, ela nunca desiste de ajudar as pessoas e de correr atrás dos seus sonhos, como terminar o ensino médio e arranjar um emprego.

O Titus é meu personagem favorito! O sonho dele é ser um ator/cantor famoso, e ele se mete em muitas roubadas no seriado. Titus é definitivamente o melhor! Temos também a Lilian, uma senhora com um passado misterioso cujo destino é expulsar os hipsters do seu amado bairro, e Jacqueline Vorhees/White, uma socialite que perde tudo no divórcio e tenta se reconectar com as suas raízes indígenas. 

Já assisti as duas temporadas disponíveis e mal posso esperar pelas próximas =D


A nona temporada de The Big Bang Theory chegou ao fim e eu sinceramente acho que esse seriado já deu o que tinha que dar. Na minha opinião deveria acabar na décima temporada, fechando os arcos de todos os personagens. 

No começo o seriado era incrível, hilário, tinha ótimos personagens e todos os episódios me faziam rolar de rir. Os novos episódios tem sido muito chatos, quase nada realmente acontece, e parece que os roteiristas estão com medo de evoluir mais os personagens.

*bebendo com raiva*
Eu ainda estou no meio de A Dança dos Dragões, mas comecei a assistir o seriado inspirado em As Crônicas de Gelo e Fogo, GAME OF THRONES! Eu já sei até spoilers da sexta temporada (Hold the Door :'c), mas eu adoro ASOIAF, então fodam-se os spoilers. 

Confesso que estou me surpreendendo demais com a série. Digo, eu sempre soube que era bem produzida e eu conheço umas mil pessoas que amam o seriado, mas eu esperava... menos? A série é incrível, é difícil largar, eu geralmente tenho dificuldade de assistir qualquer coisa que tenha mais de meia hora mas eu não canso de ver GoT! Já estou quase no fim da primeira temporada *-*

Filmes


Meu namorado e eu estávamos querendo assistir Capitão América: Guerra Civil desde que o filme saiu em ABRIL, mas nós moramos em cidades diferentes e os horários do cinema nunca colaboram com os nossos horários. Eis que, numa fatídica segunda-feira nós decidimos de última hora que iríamos e lá fomos nós.

Eu adorei o filme, na minha opinião foi o melhor filme da Marvel (a pesar de que isso não quer dizer muito, uma vez que os filmes normais da Marvel estavam se revelando uma bosta mesmo). Mas não sei o que vai ser da Marvel com essa ideia estúpida de transformar o Cap em um agente da HYDRA. 

Sempre fui #teamstark mesmo...

Podcasts

lemonison:
“happy belated unsoundiversary @jessaminelovelace :^)
”

Eu tenho ouvido MUITOS podcasts, mas vou falar apenas dos que se destacaram muito esse mês. The Black Tapes voltou do hiatus e voltou com tudo! A cada episódio a gente mergulha mais e mais no mistério que envolve o desaparecimento da mulher do Dr. Richard Strand, a cada episódio nossa host Alex parece mais e mais possuída pelo Pazuzu (literalmente...) e AS COISAS ESTÃO MUITO ASSUSTADORAS SOCORRO!!!


Eu encontrei Small Town Horror acidentalmente e já adianto que ESSE PODCAST É INCRÍVEL! Conta a história de Ryan Jennings, um rapaz que foi sequestrado quando adolescente e decidiu ir embora de sua cidade, onde coisas estranhas acontecem. Ele acaba voltando quando seu pai morre e descobre que coisas estranhas não pararam de acontecer, muito pelo contrário..

Uma palavra sobre o que vai fazer você cagar de medo nesse podcast: risadas. Hehehe.

Não vá ao parque dos au aus...
Welcome to Night Vale só melhora, e os últimos episódios foram tensos, engraçados, assustadores e lindos, como costumam ser. Só queria dizer que o Cecil faz uma referência direta ao podcast The Black Tapes em um dos episódios!

"Você viu uma sombra de uma pessoa alta onde não deveria haver sombra alguma? Você viu uma pessoa que estava em dois lugares ao mesmo tempo? Você viu uma menina com o rosto ao contrário? Não, claro que não. Isso seria ridículo! Vê se cresce! Sinceramente, Richard.
P.S.: Aliás, se alguém viu minha esposa, me avise por favor."

Eu GRITEI no meio da rua quando ouvi a referência! Eu tenho que parar de ouvir podcasts na rua.

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É isso por hoje, galerinha! Espero que tenham gostado do post de hoje :3 

Até mês que vem!

Eu acho que é por que sete é um número
primo e números primos podem ser
intimidadores.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Jovens de Elite, de Marie Lu


Jovens de EliteAutora: Marie Lu
Título original: The Young Elites
Editora: Rocco
É bom?: ★★★
Páginas: 304
Sinopse: Bestseller do The New York Times com excelente repercussão entre público e crítica, Jovens de Elite é o primeiro de uma série de fantasia ambientada na era medieval e protagonizada por jovens que desenvolvem estranhas cicatrizes e poderes especiais ao sobreviverem a uma febre que dizimou boa parte da humanidade. Entre eles está Adelina, que, após se rebelar contra o destino imposto a ela por seu pai, encontra um novo lar na sociedade secreta Jovens de Elite, vista por alguns como um grupo de heróis, por outros como seres com poderes demoníacos. Heroína ou vilã? Num mundo perigoso no qual magia e política se chocam, Adelina descobre o lado sombrio de seu coração. Da mesma autora da aclamada trilogia Legend, Marie Lu, Jovens de Elite é o início de uma saga arrebatadora. Perfeita para fãs de histórias de fantasia medieval como Game of Thrones, com vilões dignos de Star Wars e X-Men.

A primeira coisa que eu fiz quando terminei de ler Jovens de Elite foi ficar sentada por uns cinco minutos pensando qual nota o livro merecia no skoob. Fiquei entre quatro e três estrelas, mas acabei dando três. Vou explicar o motivo:

Jovens de Elite conta a história de Adelina Amouteru, uma garota que ficou doente quando criança. Não foi uma doença comum, mas sim a Febre de Sangue, que deixou marcas misteriosas e cicatrizes horrendas naqueles que contraíram a doença. Essas pessoas defeituosas são chamadas de malffetos. A doença também fez com que algumas crianças despertassem habilidades sobrenaturais. Todos os adultos que contraíram a doença morreram, inclusive a mãe de Adelina. Adelina vive com um pai abusivo e sua irmã, Violetta.

Acontece que os habitantes de Kenettra (lugar onde Adelina mora) são aterrorizados pela Inquisição, que diz que os malffetos são erros terríveis da natureza, que trazem azar à nação e que todos aqueles com habilidades sobrenaturais devem morrer. Aqueles que tem habilidades são chamados de Jovens de Elite, são temidos por todos e são vistos como muito perigosos.

Você não é uma abominação. Não é um mero malfetto.
É por isso que eles temem você.
Os deuses nos deram poderes, Adelina. Por que nascemos para governar.
Adelina nunca pensou que tivesse algum tipo de habilidade, pensava que era apenas uma menina que da doença apenas ganhou uma cicatriz terrível no rosto e cabelos brancos. O pai de Adelina sempre odiou a menina, tanto pela morte da mãe quanto por ela ter se tornado uma malffeto. Por outro lado, ele ama Violetta, a irmã mais nova de Adelina, que também ficou doente, mas não se tornou uma malfetto. 

Numa noite terrível, Adelina é colocada numa situação que a leva ao seu limite e acaba descobrindo que tem, sim, uma habilidade: ela é uma poderosa ilusionista. Mas não tem muito tempo de aprimorar suas capacidades quando a Inquisição a prende e a sentencia à morte. A partir disso, o livro arrebenta numa sequência de revelações e acontecimentos alucinantes. Mas com ressalvas...

Já li a outra série da Marie Lu, mas como Legend é muito diferente de Jovens de Elite, é redundante comparar uma história à outra, então vou falar só sobre a escrita da Marie Lu: em alguns pontos, parece que ela regrediu. Por que eu digo isso? Enquanto Legend tinha um universo muito bem construído, havia uma clareza da época em que se passava, como as pessoas viviam e como funcionava a geografia e a tecnologia daquele universo, estamos muito perdidos em Jovens de Elite. Eu tive muita dificuldade em encontrar em que época aproximadamente a narrativa deveria se passar. Tive dificuldade para entender a geografia também, pois a autora criou cidades e países e eu não sei como eles deveriam parecer ou se localizar. Também não entendi a etnia dos personagens: a história parece se passar numa versão fantástica da Itália na época da Inquisição, mas ao invés do Deus católico existem deuses que eu acho que foram inspirados nos deuses romanos. Se estamos numa época romana, os personagens deveriam ser todos brancos de cabelos e olhos castanhos (descendentes dos gregos e europeus latinos). Mas a Adelina é descrita como tendo pele morena, mais escura do que a maior parte das pessoas, mas não deixa claro se ela é negra ou se só é bronzeada. Adelina tem como sobrenome Amouteru, um nome japonês, e dá a entender que pelo menos a família dela tem uma ancestralidade oriental por a mãe dela chamá-la de kami (loba) quando criança. Não sei se Adelina é branca, negra ou oriental. Era mais fácil entender o Day eurasiano de Legend.

Não sei por que colocar lobo e água e nuvens na capa do segundo livro se na capa do primeiro a gente só tinha umas nuvens zuadas.
Fora a Adelina, todos os demais personagens da trama são subdesenvolvidos. Mesmo os personagens secundários mais importantes, como Teren, Enzo, Raffaelle e Violetta, tem personalidades mal desenvolvidas. Os demais personagens secundários da trama mal aparecerem e são muito mal aproveitados. Eu me lembro dos nomes e habilidades de alguns, mas não guardei aparência ou personalidade de ninguém. Nem sei se esses personagens sequer tem personalidade.

Eu gostei muito da premissa da história, e principalmente, me apaixonei pela Adelina: uma personagem muito bem construída, com personalidade forte, habilidades assustadoras e com um desejo enorme de vingança. Adelina oscila entre vilã e mocinha e isso a torna muito interessante. Outro ponto forte da história foi o final, do qual gostei bastante. Fiquei tão alucinada com o final que quase pensei em dar quatro estrelas, mas os pontos fracos do livro acabaram pesando na minha decisão final, por isso dei três. 

Eu li muitas resenhas de The Rose Society e muitas pessoas que não gostaram muito do primeiro livro disseram ter amado o segundo. Vou continuar acompanhando a série, espero que a autora desenvolva melhor os personagens secundários e esclareça algumas coisas sobre sua construção de mundo na continuação. Sou muito fã de Legend e confio que Marie Lu sabe escrever boas narrativas.

Adelina, a Loba Branca.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

VLOG - Minhas coleções de Sherlock Holmes


HOJE TEM VÍDEO NOVO NO CANAL, YAY! (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

No vídeo de hoje irei mostrar as duas coleções de Sherlock Holmes que eu tenho. Uma é em inglês, da Barnes & Noble, e a outra é em português, da Nova Fronteira. No vídeo eu mostro detalhes de ambas as edições, falo de preços e um pouco sobre os livros.



Algumas fotos dos livros:





E é isso por hoje, pessoal! Espero que tenham gostado do vídeo. Se gostaram, cliquem em gostei e se inscrevam no canal! Até a próxima  ¯\_(ツ)_/¯

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Matutando #18 - As coisas desmoronam, mas a gente as reconstrói


Olá, caros amigos humanos.

Esse post é mais um desabafo das coisas que tem acontecido comigo. Eu tô muito cansada e esgotada e nem sei como eu estou arranjando energia para fazer as coisas. Eu gostaria de dizer que o motivo disso é apenas stress da faculdade, mas eu sei que é mais que isso: é minha depressão e minha ansiedade chegando a picos cada vez mais altos com cada vez mais frequência.

Sexta-feira, dia 13 (tinha que ser) eu tive um ataque de pânico na faculdade. Não foi a primeira vez que tive ataque de pânico, e nem a primeira vez que isso acontece na faculdade. Nessa sexta, eu estava tendo uma aula de estatística (por que temos aula de estatística num curso de letras? Um verdadeiro mistério) e a professora encerrou a aula mais cedo pra gente poder fazer o trabalho que ela tinha passado e estudar para a prova. Muita gente saiu para beber, alguns foram simplesmente vagabundear e alguns, como eu, ficaram na sala pra fazer os exercícios.

A aula foi passando e o pessoal foi indo embora e isso não está nem um pouco relacionado ao fato de eu ter tido um ataque mas conforme a sala foi ficando vazia eu fui me sentindo tão mal que comecei a chorar e soluçar, e eu não conseguia falar ou respirar direito, e eu tentei ficar de pé para pedir ajuda e isso levou quase uma hora pois meu corpo não parecia obedecer, e eu sentia calor demais e calafrios ao mesmo tempo, e suava muito mas não conseguia tirar minhas blusas.

Foi muito horrível, mas eu consegui ajuda e acabei voltando para casa com meu namorado. Detalhe: nós dois moramos em cidades diferentes e ainda por cima estudamos numa terceira cidade, então foi uma bagunça enorme.

Lembre-se que tudo isso é temporário.

Então voltei para casa com meu namorado, que nem permissão tinha pra pegar o mesmo ônibus que o meu, mas deu tudo certo. Fui melhorando aos poucos, cheguei em casa melhor, consegui comer e dormir (bem mais ou menos, pois acordei várias vezes, mas dormi). Meu namorado foi embora pois tinha que trabalhar na escola de sábado na cidade dele e eu fui trabalhar com meus pais, como sempre. Eu estava muito casada, pois cheguei em casa quase meia noite, dormi mal e tive que acordar muito cedo pra levar ele na rodoviária. Eis que, logo depois do almoço, meu celular simplesmente para de funcionar.


Se você acha que chorar por que seu celular pifou, ou algo do gênero, é idiota e supérfluo, eu quero que você saia do meu blog agora mesmo. Eu chorei tanto, e eu já estava com dor de cabeça por ter chorado na noite anterior. Minha cara estava muito inchada e meu olhos estavam muito vermelhos. Meu celular não tem fotos ou músicas importantes, mas eu anoto todas as coisas que eu tenho que fazer lá, principalmente coisas da faculdade, trabalhos e afins. Comecei a pensar nos mil reais que eu gastaria para comprar outro e chorei mais ainda, por que eu quase não tenho dinheiro pra nada.

Eu sei como é olhar no espero e odiar o que você vê.
Eu ia ter a tarde livre por que meus pais viram que eu estava muito cansada e muito mal para trabalhar o dia todo, mas acabei gastando essa tarde quase toda chorando e me odiando por ser tão fraca e idiota. Meu irmão abriu meu celular para ver o que podia estar errado, mas não achou nada queimado ou fora do lugar. Meu celular estava perfeito. Eu melhorei um pouco depois de um tempo, mas quando meu irmão saiu de casa e eu fiquei sozinha, umas cinco da tarde, eu comecei a chorar de novo e decidi dormir. Minha cabeça doía demais, como se alguém estivesse amassando ela, e eu chorei tão feio que minha mandíbula doía e meus ombros também. Quem já teve ataque de pânico e crise de ansiedade sabe que chorar assim dói. Seus olhos ardem tanto que ficar de olhos abertos é um desafio, você grita e chora com a boa aberta e sua mandíbula, sua garganta e seu pescoço doem. Seu nariz fica entupido e você fica curvado numa posição tão horrível que seus ombros e costas doem. Se você, como eu, tem problemas com sua aparência (eu sou gorda, por exemplo) isso é pior ainda, por que você se vê como um pedaço de lixo humano e nojento.


Acordei quase onze horas e fui tomar banho, comer alguma coisa e falar com meu namorado. Depois que eu comi, me senti melhor, e fui assistir o novo episódio de Supernatural. Combinei com o meu namorado de ele vir em casa domingo (ontem) depois do trabalho na escola e ele veio, por que está tendo uma festa da padroeira da cidade e tem barraquinhas de comida e parque de diversões.

Nós saímos, comemos churros, fomos nos brinquedos, eu não vi nenhuma das pessoas que fizeram do meu ensino médio um inferno, então tive sorte. Fomos para casa dormir, hoje cedo vim para a loja (estou na loja agora, comecei esse post assim que cheguei, às 08:30, e já são 10:40. Os clientes me amam), meu namorado ficou em casa fazendo o TCC dele e hoje à tarde vamos assistir Capitão América: Guerra Civil, coisa que queremos fazer faz tempo.


Claro que coisas ruins acontecem com a gente o tempo todo, superar elas é muito difícil e várias dessas coisas acabam nos acompanhando pelos anos seguintes. Eu queria voltar alguns dias no tempo e poder falar com a Nath do dia 13 e ajudar ela quando ela teve o ataque, sozinha numa sala escura da faculdade, e dizer que as coisas iriam melhorar. Meu irmão até conseguiu consertar o meu celular, olha só.

Eu sei que vou ter outro ataque de pânico um dia. Pode demorar um tempo ou pode ser logo. Eu não sei. Essas coisas não começam do nada e também não acabam do nada. Eu só tenho que lembrar que as coisas são temporárias, tudo passa, as coisas podem parecer horríveis agora, mas uma hora elas melhoram. Ter depressão não é sinônimo de ser infeliz para sempre.

É isso por hoje, galerinha. Obrigado por ouvirem (lerem?). Até logo e sejam fortes.

Hoje eu estou escolhendo a felicidade.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Meus clipes favoritos por que sim, assistam pt.3

MUAHAHAHAHAHA
Olá, pessoal!

Esta é a terceira e última parte da série de posts nos quais eu mostro meus clipes musicais favoritos! Para ver a parte um, clique aqui e, para ver a parte dois, clique aqui.

Neste post vou mostrar clipes mais aleatórios que gosto muito e acho que vocês deveriam assistir, por que são legais e, quem estamos querendo enganar, você não tem nada melhor para fazer - e, mesmo se tiver, está procrastinando, então, assista os vídeos.



GENTE, AMO A PITTY. Sério, ela foi uma das primeiras cantoras de rosque que eu ouvi, quando eu tinha meus 12 anos, e desde sempre sou apaixonada pelas músicas dela. Esse clipe é incrível, a forma como a maquiagem dela vai se distorcendo ao longo do vídeo cria essa sensação de decadência que tem tudo a ver com a letra da música.



Eu já fiz um post falando sobre minhas músicas favoritas do Fall Out Boy e este clipe está lá. Não vou me alongar demais a pesar de querer muito, mas TODOS os clipes do FOB são divertidos. Meu, esse tem MACACOS que ENSINAM o pessoal da banda a FAZER AS COISAS e um deles até ENSINA COMO DAR UM BEIJO TÉCNICO. 

Eu amo esse clipe irei protegê-lo.



Esse clipe é meio perturbador, então se você é meio sensível, não veja.

O vídeo tem uma letra bem bonita, mas a história que ele conta é tensa. É sobre um cara que pede a namorada em casamento, ela não aceita, ele fica com raiva, mata ela e fica com o corpo dela em casa... Como se fosse a esposa dele. É uma animação, e eu gosto muito, mas é bem tenso. Claro que o tema é extremamente machista e muito perturbadora, mas foi um trabalho bem feito.

E a letra da música é linda (não tem a ver com um cara matando a mulher) e foi escrita pelo baterista da banda, que morreu há algum tempo. Ele era um cara incrível e a banda fez duas músicas para ele: So Far Away e Nightmare.




OS CARAS ESTÃO DENTRO DO RÁDIO DO CARRO!!!!!!!!!! Só digo isso.

Também digo que amo essa música, a letra dela é linda e dá vontade de ficar andando na rua de madrugada olhando as luzes da cidade ao som dela.



Eu não sou tão fã de Slipknot, mas essa música é linda demais. É romântica e triste ao mesmo tempo, e o clipe é surpreendente. Você provavelmente conhece Slipknot como a banda de heavy metal dos caras dumal que usam máscaras assustadoras e tem músicas sobre o capeta. Em parte, eles são isso mesmo. Mas Snuff é completamente diferente do que eles costumam fazer, e talvez por isso eu goste tanto...



Eu sou muito fã de Pierce the Veil, gosto um pouco de Sleeping With Sirens, e admito que essa junção do Kellin com o Vic ficou FANTÁSTICA. A música fala sobre depressão, na verdade, mas o clipe é sobre uns caras (incluindo o Kellin e o Vic) que trabalham num banco e tem um chefe abusivo. Um dia, cansados do chefe babaca, eles decidem ROUBAR O BANCO.

Esse clipe é demais, não sei quem teve essa ideia mas foi genial, parabéns aos envolvidos.



Às vezes eu tenho uma dificuldade enorme em acreditar que eu era fã de Bullet for my Valentine desde 2009, época em que essa música saiu. Cara, eu até comprei uma camiseta deles ano passado! Hahaha, tem coisa que não sai da gente nunca.

Esse clipe é foda. Sério. É sobre um garoto que sofre muito bullying e no final TRETAAAAAAAAAAS se quiser saber, assiste. Tem a ver com *mistério*.

Nossa, eu super tinha uma crush no carinha do clipe naquela época.



Eu amo essa música. Simples assim. Queria saber cantar só para poder cantar essa música. Mas tanto faz, mesmo cantando mal eu ainda canto ela em momentos aleatórios do dia, e com meus amigos na rua, e dormindo, eu basicamente acho essa música uma das músicas mais espetaculares da história. E o vídeo é tão... Sei lá, parece que está estampado CLÁSSICO no vídeo todo. Não tem nada demais mas não tem como não gostar!



Por último, mas não menos importante, SOUL MEETS BODY. Eu simplesmente amo essa música, sei lá, amo tanto que eu sinceramente gostaria que ela tocasse no meu velório. Sem brincadeira. É o tipo de música para se ouvir num velório, eu acho... Enfim, esse clipe é demais! Os cogumelos viram notas musicais e saem voando por aí. Imperdível!
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Então é isso, pessoal! Esses foram os clipes que eu queria mostrar para vocês. Espero que tenham gostado! Até o próximo post ;)

TODA VEZ QUE EU VIAJAVA
PELA ESTRADA DE OURO FINO...

segunda-feira, 9 de maio de 2016

A Grande Lista de Metas #2016 - Maio


Oi, galeres! Tudo bom?

É com muita pouca dor no coração que hoje faço uma postagem finalizando uma vez por todas a Lista de Metas de 2016. Não, eu não terminei todos os desafios. Na verdade, longe disso. Mas eu percebi que essa lista não daria certo em fevereiro e fico surpresa que tenha durado quatro meses inteiros.

Eu me desafiei a assistir filmes, séries, ler livros e outras coisas. Essas são coisas que eu faço normalmente, então não deveria ser difícil, certo? A questão é que os desafios mais simples foram cumpridos logo de cara, como assistir a série Cosmos e Friends, duas séries que eu já gostava muito e estava acompanhando. Ler As Crônicas de Gelo e Fogo também tem sido simples, pois eu amo a história. 

Mas eu sempre fui muito pressionada por amigos e conhecidos e desconhecidos a assistir, por exemplo, O Senhor dos Anéis e Star Wars. Eu quero assistir a esses filmes, mas eu não quero ter que ser obrigada a assisti-los. Eu quero chegar em casa um dia e pensar "É hoje que irei assisti à Uma Nova Esperança!". A verdade é que eu tenho uma dificuldade imensa de assistir filmes, sobre a qual já falei aqui, e por isso desisti de assistir O Poderoso Chefão e demorei quase duas semanas para assistir o primeiro filme de Matrix. Eu estava me empenhando especialmente em assistir a todos os filmes da Marvel, mas eu estava ficando com raiva de alguns filmes muito chatos deles. Eu achava que Os Vingadores seria espetacular mas sinceramente achei um saco.

Em abril, por exemplo, eu estava levando o desafio à risca. Eu assisti os primeiros episódios de VÁRIOS animes (para completar o desafio de assistir 2 animes) e não gostei de nenhum. Nos três últimos dias do mês eu entrei em pânico por não ter lido nenhum mangá e baixei No. 6, um mangá que eu nem queria tanto ler, só para não passar em branco.

Eu amo As Crônicas de Gelo e Fogo, mas a leitura de A Dança dos Dragões tem me deixado muito estressada MESMO. Eu criei uma meta de ler 45 páginas por dias para terminar o livro num prazo pré-determinado, mas mesmo assim eu levaria uns 16 dias, mais da metade de um mês, para ler A Dança dos Dragões. Li um pouco no fim de abril, mas decidi que em maio eu não leria até terminar de ler a trilogia Millenium, e maio só teve uma semana até o momento e eu já fiquei estressada por deixar A Dança dos Dragões de lado. Eu sou apaixonada por Sherlock Holmes, já li os quatro romances e queria reler tudo em ordem cronológica, mas estava me sentindo com preguiça de ler justamente pelo fato dos livros estarem na Lista de Metas.

Essas coisas deveriam ser exclusivamente fonte de prazer, relaxamento e diversão. Pra mim, tem se tornado estressante ter que assistir aos filmes e ler os livros que eu disse que leria, então eu sinceramente não vou mais fazer o desafio. Sorry not sorry. Vou continuar postando sobre os livros/quadrinhos/mangás lido no mês no final de cada mês e vou começar a fazer um post sobre filmes/seriados/animes que eu venha a assistir, mas sem ter que me pressionar a nada.

É só isso por hoje. Adoro meu blog mas não quero que essas coisas virem obrigação para mim.

Largue a mão, para de se preocupar.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Armada, de Ernest Cline

ArmadaAutor: Ernest Cline
Título original: Armada
Editora: Leya
É bom?: ★★★
Páginas: 432
Sinopse: Zack sempre sonhou com uma realidade parecida com o universo dos livros e filmes de ficção científica. Por que nunca acontecia algo fantástico que pudesse trazer um pouco de aventura à sua vidinha mais ou menos? Então, de repente, ele vê uma nave espacial. E, mais estranho ainda, ela é idêntica à do seu videogame preferido. Agora, suas habilidades ao joystick serão fundamentais para salvar a Terra da destruição!






Armada conta a história de Zack Lightman, um garoto de 18 anos que é viciado em vídeo-game, tem problemas de comportamento e foi criado pela mãe solteira. Ele sempre conviveu com o mundo da fantasia e da ficção científica próximos à sua realidade, sempre esperando pelo dia em que algo grande e fantástico fosse acontecer e mudar drasticamente sua vida sem graça.


Eis que, contra todas as expectativas e probabilidades, algo fantástico realmente acontece na vida de Zack: ele está na aula, num dia exatamente igual outro qualquer, quando vê uma nave espacial em tamanho real e 100% funcional, saída diretamente de seu jogo favorito – Armada – sobrevoando a escola e desaparecendo no horizonte.

A princípio, Zack acredita estar maluco, do mesmo jeito que ele acreditava que seu pai – que faleceu quando o próprio Zack tinha 10 meses, aos 19 anos – era. Zack sempre fora fascinado pelo pai que nunca de fato conhecera. Quando criança, perguntava o tempo todo para a mãe e aos avós como seu pai era. Quando ficou mais velho, sua mãe deixou com que ele fuçasse nas coisas do pai. Foi então que Zack encontrou uma espécie de livro de campanha de RPG, que mais tarde se revelou mais do que apenas isso, contendo várias teorias da conspiração envolvendo filmes, jogos, séries e livros de ficção científica sobre extraterrestres. Quando Zack percebeu que seu pai realmente acreditava que os ETs existiam e que o governo estava preparando as pessoas para a chegada deles através da cultura pop, ele se convenceu de que o pai era maluco e foi provavelmente por isso que morreu aos 19 anos numa explosão acidental no seu trabalho.

Eu adoro a capa americana do livro <3
Claro que a crença de ter um pai esquizofrênico nunca impediu Zack de gostar dos mesmos jogos, livros, filmes e seriados pelos quais o pai era apaixonado. Zack é tão bom com vídeo-games que está em sexto lugar no ranking mundial de Armada – com o Nick de BeagleDeAço – e trabalha numa loja especializada em jogos e consoles. 

Zack tenta arduamente esquecer a visão da nave sobrevoando a escola, mas conforme o dia passa a sensação de que algo estranho está prestes a estourar no canto do seu cérebro simplesmente não vai embora. Zack chega em casa e promete que irá jogar uma última missão em Armada e depois passará duas semanas longe do computador. Ele joga a missão, mas o que ele não sabe é que aquela missão – a missão Quebra-Gelo – era a primeira missão real do jogo. A primeira missão real contra uma raça hostil de alienígenas.

"E é por isso que o livro sempre é melhor que o filme: o livro faz tudo o que a imaginação do leitor quiser" - Ernest Cline.
No dia seguinte, quando Zack está pronto para enfrentar um bully em sua escola, um caça Glaive – uma nave de Armada – aparece para buscá-lo na escola para uma missão ultra secreta do governo, que envolve as tão remidas teorias da conspiração do pai de Zack, alienígenas, vídeo-game e um possível apocalipse.

Vi muita gente no Skoob criticando o livro e dando uma nota baixa, comparando Armada com Jogador Nº1. Admito que Armada nunca será um livro tão incrível quanto Jogador Nº1, que sinceramente é uma tremenda obra prima, mas não merece essas notas tão baixas que anda recebendo. Eu não achei o livro tão previsível quanto falam – não mais previsível do que qualquer outro livro para jovens adultos – e eu realmente gostei da história. Ernest Cline não é um autor que se apega a um único tema e não consegue se desvencilhar dele. A pesar de seus dois livros terem uma ligação direta com vídeo-games, as histórias e seus protagonistas não poderiam ser mais diferentes.

ISSO ACONTECEU NO BRASIL E EU NÃO FIQUEI SABENDO!!!!!!!!!!!!!!!1!!onze!!!!1!
É impossível comparar Zack e Wade. A única coisa em comum entre os dois protagonistas é o gosto que ambos possuem por vídeo-games e outros clássicos da cultura nerd. Fora isso, a personalidade, a visão de mundo, o passado e a família deles são completamente diferentes. Armada e Jogador Nº1 são livros completamente diferentes, ambos incríveis, e é injusto querer dar uma nota baixa para um livro baseando-se em outro. Se você não conseguiu gostar de Armada por que não parava de pensar em Jogador Nº1, o problema não está no livro, está nas suas expectativas.

Eu amei o livro, e super recomendo!

Pra finalizar, sente só que beleza é a edição americana com esquemas das naves </3. Também quero :c

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Batman vs. Superman & o maior plot twist da história da DC Comics

Título: Batman vs. Superman - A Origem da Justiça
Título original: Bartman V Superman - Down of Justice
Tempo de duração: 152min
Direção: Zack Snyder
Roteiro: Chris Terrio e David Goyer
Gênero: Ação
É bom? ★★★★★
Sinopse: Preocupado com as ações de um super-herói com poderes quase divinos e sem restrições, o formidável e implacável vigilante de Gotham City enfrenta o mais adorado salvador de Metrópolis, enquanto todos se questionam sobre o tipo de herói que o mundo realmente precisa. E com Batman e Superman em guerra um com o outro, surge uma nova ameaça, colocando a humanidade sob um risco maior do que jamais conheceu.





Na verdade eu até pensei em fazer uma resenha, mas já faz tempo que o filme saiu, quem queria ver já assistiu, quem não queria ver deve estar de saco cheio do povo só falar disso então, ao invés de contar minhas impressões sobre o filme, vou contar uma coisa que me aconteceu na sala de cinema enquanto assistia Batman vs. Superman.

Eu adorei o filme, a pesar de saber admitir que houveram alguns erros e alguns momentos um pouco machistas. Não acho que era a intenção dos roteiristas e do diretor, é só um clichê de filmes geralmente protagonizador por homens.

Esse momento hilário contém spoilers, prossiga por sua conta e risco.

  

Sabe aquele momento muito tenso do filme, em que a luta do Batman com o Superman tá quase no fim e o Superman tá tomando um couro e a gente descobre que a mãe dos dois tem o mesmo nome (Martha)? Acontece mais ou menos assim:

Bátima: VOCÊ VAI SANGRAR PESTE.

Super Omi: Não! Deixe-me falar com minha eloquência perfeita mesmo em meus últimos momentos de vida e permita-me um último pedido...

Bátima: VOU TE FURAR COM MINHA PEIXEIRA DE KRYPTONITA DESGRAÇA.

Super Omi: Escute-me caro companheiro Batman, por favor, salve a Martha!

Bátima: ...

Super Omi: ...

Bátima: ...

Super Omi: ...

Bátima: POR QUE VOCÊ DISSE ESSE NOME SEU FILHO DUMA ÉGUA???

Super Omi: Salve-a...

Bátima: ME RESPONDE SEU ET DE VARGINHA.

Super Omi: *grunhidos ininteligíveis*

Lois Lane aparece do nada: MARTHA É A MÃE DELE.

Nesse momento, nós, telespectadores, deveríamos estar ocupados percebendo o momento em que Batman cria empatia pelo Superman. A mãe do Batman morreu assassinada quando ele era criança e isso moldou a maior parte de sua vida. Para o Batman, perceber que o Superman também tinha uma mãe e que se preocupava com ela foi o que tornou o "falso deus" alguém humanizado. 

No entanto, não foi bem isso que aconteceu. Quando Lois Lane revelou que a mãe do Superman também se chamava Martha, um garoto de aproximadamente oito anos que estava sentado logo na minha frente tirou essa brilhante conclusão:

Garotinho: O SUPERMAN É IRMÃO DO BATMAN!!!!

Como não percebemos que isso estava por vir? Que grande plot twist descobrir que Batman e Superman são nada mais, nada menos que irmãos! Como isso nunca passou pela minha cabeça? Eu não vou comentar nada além disso, vou deixar você tomar suas próprias conclusões.