sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Anjo Mecânico, de Cassandra Clare

Olá galerinha do barulho, como estão?
Hoje trago uma resenha de um livro que, creio eu, TODO MUNDO já ouviu falar. Mesmo assim, aqui está a resenha. Degustem =D
Ah, antes, gostaria de falar um pouco sobre os Shadow Hunters. Os Caçadores de Sombras figuram todos os livros já escritos pela Cassandra Clare. Estes livros são:

   

Anjo Mecânico



Anjo mecânico apresenta o mundo que deu origem à série Os Instrumentos Mortais, sucesso de Cassandra Claire. Nesse primeiro volume, que se passa na Londres vitoriana, a protagonista Tessa Gray conhece o mundo dos Caçadores de Sombras quando precisa se mudar de Nova York para a Inglaterra depois da morte da tia. Quando chega para encontrar o irmão Nathaniel, seu único parente vivo, ela descobrirá que é dona de um poder que capaz de despertar uma guerra mortal entre os Nephilim e as máquinas do Magistrado, o novo comandante das forças do submundo.





Não vou mentir nessa resenha. Antes de tudo, irei ressaltar três pontos muito importantes:

1 - Cassandra Clare perdeu e ganhou pontos comigo. Quando vi a capa de City of Bones, que nem sequer tinha intenção de ser publicado no Brasil (imagina só, faz um tempão) eu procurei tudo sobre a série na internet. Li em inglês mesmo os quatro primeiros livros da série. Bom, como vocês devem saber, essa série era para terminar em City of Glass (Cidade de Vidro). Mas não, a Cassandra decidiu escrever um quarto, um quinto e um sexto livro. Eu li o quarto com receio de ser ruim. Tá, não era ruim, mas nem se compara aos outros livros da série. Mas Anjo Mecânico restaurou minhas esperanças em todos os livros sobre Shadowhunters/Caçadores de Sombras que a Cassandra venha a escrever;

2 - Essa capa é linda demais, meu Deus!;

3 - Eu sou fã incondicional da série, então não acredite ou leve ao pé da letra todos os elogios que virão a seguir. Eles são sinceros, mas não se baseie neles quando for ler o livro.

Certo, agora a minha opinião. Eu adorei o livro. É. Eu estava ansiosa pelo lançamento nele no Brasil e logo que lançou eu o comprei.

Anjo Mecânico narra a história de Tessa Gray, uma garota que sempre amou seu pingente com um anjinho mecânico, que agora está se mudando para Londres, depois da trágica morte da tia, para morar com seu irmão.

Chegando em Londres, duas senhoras que se denominam Irmãs Sombrias (tem um bom motivo, acredite) a acolhem com a desculpa de terem sido mandadas pelo irmão de Tessa, Nate Gray. No entanto, tudo não passa de uma armadilha e agora a vida dela está correndo sério perigo.

Mas as Irmãs Sombrias são apenas fantoches do Magistrado, um homem cruel que deseja se unir (sim, em matrimônio!) a Tessa. Mas é claro que a Srta. Gray é mais do que um rostinho bonito. As Irmãs Sombrias estão despertando em Tessa um poder que ela nem sabia que tinha: o de assumir a forma de outras pessoas. E, além disso, ainda pode recriar as lembranças da pessoa em quem se transformou e se passar por ela. É claro que o Magistrado está atrás dessa habilidade.

Will, um belo (e muito safado) rapaz, está numa missão. Ele é um nephilim e está investigando um assassinato que possa ter alguma relação com o Submundo. Durante sua investigação, Will resgata Tessa e ela vai parar no Instituto.

Olha, não vou mentir e dizer que este livro é melhor que a série Os Instrumentos Mortais. Isso seria errado. Mas eu gostei bastante do livro e, principalmente, de alguns personagens. O Jem era (e ainda é) meu favorito desta nova trilogia. E, além dele, há Charlotte em Henry, o casal que comanda o Instituto de Londres (mesmo que Henry não faça quase nada). 

Eu só achei o Will muito parecido com o Jace e o Jem me lembrava muito o Simon. Mas eu gostei dos dois. E, é claro, eu adorei a misteriosa participação de Magnus no livro (e espero que ele participe mais ainda!).

A capa é um espetáculo, seguindo o padrão da série Os Instrumentos Mortais. As capas das continuações são essas:

 


É isso, recomendo a leitura a todos! 


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Beautiful Creatures OUIÉ!


Meus kiridos!

Não sei se vocês, leitores, também são escritores nas horas vagas. Mas eu sou e, quando meu computador não quis ligar essa semana, fiquei desesperada. Levei para o técnico na mesma hora e, a princípio, ele deu o diagnóstico errado: o HD não tinha salvação. Comecei a chorar na frente dele, falando que não era possível, que isso não podia acontecer. Ele pegou o notebook e disse que ia ver o que podia fazer.
Para a minha sorte, ele conseguiu fazer o backup de quase tudo. Perdi alguns episódios de animes e de seriados, uma ou outra foto, mas meu livro ficou intocado. 
Não sei se vocês tem algo tão precioso na vida de vocês a esse ponto, mas espero que nunca tenham que passar pelo que eu passei.
Mas vamos direto ao assunto! Preparei mais um post especial para vós! Não é novidade para o pessoal que me conhece que eu sou apaixonada pela série Beautiful Creatures (meu irmão mais novo ficou horas me ouvindo falar do enredo). Mas eu me sinto meio idiota vindo falar isso no blog por que eu só li o livro um '-'
Eu sou louca pelo segundo (que já tem no Brasil).
Mas, afinal, que livro é esse?

Dezesseis LuasEthan é um garoto normal de uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos e totalmente atormentado por sonhos, ou melhor, pesadelos com uma garota que ele nunca conheceu. Até que ela aparece... Lena Duchannes é uma adolescente que luta para esconder seus poderes e uma maldição que assombra sua família há gerações. Mais que um romance entre eles, há um segredo decisivo que pode vir à tona. Eleito pelo Amazon um dos melhores livros de ficção de 2009. Direitos de tradução vendidos para 24 países. Um filme da série está sendo produzido. "Pacote completo: um cenário assustador, uma maldição fatal, reencarnação, feitiços, bruxaria, vudu e personagens que simplesmente prenderão o leitor até o fim..."


Eu recebi esse livro em forma de troca pelo skoob (acho que troquei Winkie, não me lembro). Ele já era meio idoso (passou na mão de três pessoas antes de chegar para mim) mas veio inteiro, com pequenos amassados. Eu acho a capa linda (pessoalmente ela brilha, mas não é metalizada. Só pegando na mão para entender) e a história que se esconde por trás dela é fascinante.
Só quem já se apaixonou por um livro sabe como é difícil falar deles. Não sei nem por onde começar a descrever o que senti ao ler Dezesseis Luas.
Eu e meu exemplar õ/
Sabe quando você passa o dia sem comer? Por algum motivo, você não tomou um café decente e não almoçou. Quando finalmente come no jantar, a comida parece mais saborosa. Acho que essa pode ser uma boa comparação com meu primeiro contato com Dezesseis Luas. Eu estava há três dias sem virar uma página de nenhum livro (ressaca literária das bravas) e foi quando decidi que devia tomar vergonha na cara e ler alguma coisa. Peguei Dezesseis Luas. Era um livro grosso, capa com detalhes metalizados. Um árvore com galhos torcidos. Tem coisa mais sombria que essa?

Quando eu o vi pela primeira vez achei que fosse algo parecido com Crepúsculo. Não me crucifiquem ainda, eu gosto de Crepúsculo (mas só do livro. O filme é uma desonra para a humanidade). Quando li a sinopse de Dezesseis Luas, a vontade de lê-lo foi tremenda. Quero dizer, cidades pequenas cheias de segredos, flashbacks misteriosos, uma garota mais misteriosa que os flashbacks... Quem resiste a algo assim?
Comecei a ler Dezesseis Luas e, sem saber, escolhi o melhor prato possível para meu desjejum. 


"A escuridão, a verdadeira escuridão, era algo além da pura ausência de luz". - Página 261

Ao virar as primeira páginas você já se sente envolvido pela magia que cerca a história. Mas não se engane. Não é uma magia bonitinha, como a de Harry Potter. Dezesseis Luas nos traz uma magia sombria, negra, que você sente fazendo cécegas nos seus dedos enquanto sussurram "leia mais um capítulo!" no seu ouvido.
Aliás, o livro não é nada como Harry Potter (só vou ressaltar isso por que li resenhas em que comparam os dois livros). Tá, dos dois livros fala sobre magia. HP trata do mundo dos Bruxos, e eu amo a história. Ponto. Já BC retrata os Conjuradores. Os Conjuradores (Casters em inglês. Por isso que os fãs da série são os Casters Girls/Boys) são levemente semelhantes aos bruxos, mas tem poderes e maneiras de usá-lo bem diferentes (principalmente dos bruxos de Harry Potter).

O livro conta a história de Ethan Wate, uma rapaz comum que estuda numa escola comum numa cidade não tão comum. Gatlin é, com certeza, um lugar maluco. Eu vivo numa cidadezinha no interior de Minas Gerais chamada Extrema. Essa cidade é a primeira do sul, fica beeeeeem naquela pontinha do mapa. E, por causa disso, todos os moradores se sentem muito orgulhosos disso. Essa cidade virou um ponto turístico por causa das trilhas da Serra da Mantiqueira, das cachoeiras e também por causa de ESTAR NO EXTREMO SUL!!!!! 


"Dezesseis luas, dezesseis anos
Dezesseis dos seus mais profundos medos
Dezesseis vezes você sonhou com minhas lágrimas
Caindo, caindo ao longo dos anos"
Página 13

Eu vi muitas semelhanças entre Gatlin e Extrema. Por que? Bom, aqui há muitas famílias tradicionais (eu sou de uma família tradicional de uma cidade vizinha, chamada Cambuí. Os Lambert são muito influentes por lá. Pelo que sei da minha árvore genealógica (até isso minha família TAMBÉM tem em comum com o livro) eu sou bisneta do "fundador" de Cambuí, que veio direto da França para cá. E, sim, você conhece meu sobrenome de Anna e o Beijo Francês. Lambert era o nome do hotel onde a Anna "morava").
Enfim, eu até gosto de morar em cidade pequena. Mas os assuntos e fofocas correm como em fogo em palha por aqui. E em Gatlin não é diferente.
A cidade de Gatlin tem fortes superstições e todos são católicos fervorosos. Além disso, a grande encenação da Guerra Civil é uma espécie de ritual anual de adoração aos seus antepassados que ninguém na cidade pode perder. No meio desse pessoal está a família de Ethan, que não é exatamente uma família. A mãe de Ethan morreu e ele vive apenas com o pai e a governanta da casa, Amma. O pai está de luto e recluso em seu quarto, terminando de escrever um misterioso livro. Amma, uma das minhas personagens prediletas do livro, é ótima. Ela é uma senhora que cuida de Ethan desde que ele se conhece por gente. E, além de tudo, ela é muito supersticiosa. Mexe com vodu e até macumba. 
A questão é que Gatlin não tem apenas Amma como personagem folclórico. Há também Macon Ravenwood, um homem soturno que há anos não sai de sua misteriosa mansão. 
A história de Dezesseis Luas começa quando Ethan sonha (pela trocentésima sétima vez) com uma garota que ele tenta salvar, mas nunca consegue. Quando ela acorda numa manhã chuvosa para o primeiro dia de aula (e, coincidentemente, o dia estava chuvosíssimo quando peguei o livro para ler. A propósito, está chovendo nesse momento em que estou escrevendo esta resenha) e há uma estranha música tocando em seu iPod. Esta música se chama Dezesseis Luas e tem uma voz feminina e macabra cantando o trecho que coloquei acima. Se vocês quiserem ouvir a música, aqui está:





Ethan sai de casa e vai se encontrar com Link (esse mesmo, do Zelda! Brincadeirinha =D Mas sei que foi a inspiração da autora, diz na descrição da Stohl que ela gosta de video-games). Quando ele chega na escola, a notícia mais bombástica do ano é repassada a ele: Lena Duchannes, a misteriosa sobrinha de Macon Ravenwood, está na cidade e vai estudar na mesma classe que todos eles!

Se eu contar mais que isso é spoiler, mas eu devo dizer: AMO A LENA! É uma das poucas personagens femininas que eu realmente gosto. Deve ser por que o livro é narrado pelo Ethan, e não por ela. Acho que eu a odiaria se ela narrasse o livro.
A personalidade de todos os personagens é muito interessante. Sem contar quando descrevem as roupas da Lena. Eu gosto muito do estilo dela, e acho que ela se parece comigo (mesmo que eu não tenha olhos verdes).
A Lena tem um colar que é citado muitas vezes no livro. Ele chama atenção por ter uns mil (tá, só uns 10) pingentes juntos. Quando terminei o livro, a primeira coisa que fiz foi construir um colar para mim. Olhem como ficou:


Um símbolo japonês, um crucifixo, um pentagrama, o símbolo da Disney e uma pimenta =D Cliquem na foto para ampliar.
Bom, já cobri o livros de elogios e é isso aí. Agora tá na hora de falar do filme.
O filme ainda não saiu, mas não estou muito ansiosa para isso. Veja por que:
1 - Posers brotarão do inferno para dizer que amam Beautiful Creatures;
2 - Eu simplesmente DETESTEI a escolha de atores para quase todos os personagens;
3 - Um filme jamais ficaria à altura desse livro. Jamais.

A atriz que colocaram como Lenna não se parece sequer com a descrição no livro. A Lena do livro tem olhos verdes, cabelos negros MUITO crespos. A atriz parece a Kristen Stewart,  resumindo.
Eu imaginava a Lena assim: 


Não assim:


Mas a gente não pode esperar que tudo seja perfeito. Eu realmente espero que o filme não me decepcione tanto assim. Vou deixar uns links legais sobre a série:

O trailer do filme:

É isso por hoje, meus kiridos. Até o próximo post.
As autoras =D
Beijos,
N!

domingo, 16 de setembro de 2012

Desejados #5


Oi, meus kiridos!
Não sei vocês, mas sempre que vou postar essa coluna, eu rio do banner que eu mesma fiz. O Chihiro é muito engraçado '-'
Bom gente, estou vendo muitas séries legais essa semana. Não, nada de seriados que você baixa/vê online na internet. Estou vendo umas web séries no you tube sobre o Slender Man. Já ouviram falar? Não? Vale a pena conferir. Vou falar sobre as séries que ando vendo no próximo post!
Hoje vou mostrar a capa e a sinopse de quatro livros que eu estou L-O-U-C-A para ler!

Zumbis x Unicórnios




Nesta antologia, editada por Holly Black e Justine Larbalestier, diversos contos apresentam fortes argumentos a favor de Zumbis de um lado e de Unicórnios de outro. Os argumentos, que incluem tanto pontos negativos e positivos de cada lado, são expostos por renomados autores, entre eles Cassandra Clare, Meg Cabot e Scott Westerfeld, que deixam clara a preferência por um time ou outro. 





Olha, eu realmente não faço a menor ideia de como eles vão misturar esses dois temas. Tá que cada conto deve falar de uma só criatura, mas zumbis e unicórnios não tem N-A-D-A a ver um com o outro! Tipo, zumbis arrancam seu cérebro e unicórnios... só consigo pensar naqueles de My Little Pony '-'
Mas, na boa, quero muito ler esse livro. Acho a capa legal (e vale a pena procurar por ela em HD só pra ver os detalhes) e quero entender que tipo de asneiras escreveram nesse livro. Fala sério, escritores tem parafusos faltando u.u

O Primeiro DiaAmbiciosa e apaixonada, a arqueóloga Keira comanda uma escavação no Vale de Omo, na Etiópia – e, quando uma tempestade de areia destrói o local, se vê obrigada a retornar à Europa. Mas traz consigo um estranho pingente, que recebeu das mãos de um menino etíope. Em Londres, disputando uma bolsa de pesquisa, seus caminhos se cruzam com o de Adrian, um renomado astrônomo – e seu ex-caso, de muitos anos atrás. Numa visita ao apartamento dele, ela esquece lá o pingente, acendendo em Adrian tanto o interesse científico pela origem do artefato quanto o amoroso por sua dona. Logo se tornará claro para o casal que eles não são os únicos interessados no pingente, e que há gente disposta a tudo para consegui-lo. Keira e Adrian partem numa viagem que os levará a vários continentes, seguindo mapas traçados a partir das estrelas e pistas enterradas no solo. E sua meta é achar a resposta para perguntas que intrigam a todos desde o início dos tempos.

Vi essa capa no skoob na semana passada e pirei. Eu gosto dessas capas enigmáticas, com cores bonitas, luzes e nuvens. Esse livro parece ser muito bom só pela capa. Mas a sinopse me fez desejá-lo tanto! Eu adoro caçadas ao tesouro (tá que não é bem isso, mas eles estão procurando um pingente etíope pelo mundo! É quase uma caçada!). Eu realmente me interessei pelo livro, mas aposto que quase ninguém vai comentar sobre ele.

Resident Evil: RetribuiçãoA Terra está devastada por zumbis e aberrações geradas por mutações do T-vírus. Para sobreviver à nova realidade global, Alice luta ao lado de sobreviventes de um movimento de resistência e reencontra velhos conhecidos na contínua batalha contra a Umbrella Corporation e os mortos-vivos.
Novelização baseada no roteiro de Paul W. S. Anderson (Resident Evil: O hóspede maldito, Mortal Kombat e Alien vs. Predador) para o filme Resident Evil 5: Retribuição. O filme chega aos cinemas pela Sony Pictures, em 14 de setembro, com Milla Jovovich e Michelle Rodriguez no elenco.
O jogo Resident Evil já vendeu mais de 49 milhões de cópias no mundo. O próximo jogo da franquia, Resident Evil 6, chega ao mercado em outubro e é um dos mais aguardados do ano. A página dos jogos de Resident evil têm mais de 3 milhões de curtidas no facebook; a franquia de filmes tem mais de 4 milhões de fãs na rede.


Eu adoro vídeo-games. Eu sei que isso é a coisa mais nerd do universo, mas eu sou MUITO nerd (qual é o nome do blog mesmo?). Meu irmão tem um 3DS (pra quem não sabe o que é, ele é um console portátil onde você pode jogar os jogos em 3D. Sério, a qualidade é muito boa!). Ele baixou a demo (versão de demonstração) de Resident Evil 5 - Revelations, e eu fui jogar. Gente, assustei horrores jogando em 3D! Agora só me resta ler este livro, que deve ser muito legal.
Ah, adoro a capa (mesmo com uma mulher super peituda '-').

Divergente

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.


Esse é o livro do momento e eu o desejo fortemente. A sinopse é bem enigmática e a capa não faz o menor sentido (para mim), mas eu quero demais esse livro! Mas, pudera, os livros da Rocco são caros. Vou esperar o natal u.u

É isso por hoje meus amados, espero que tenham gostado das sugestões de leitura!
Beijos,
N!

sábado, 8 de setembro de 2012

Por que sumi e o que fiz nesse tempo de desaparecida


Oi minha galerinha feliz! Sentiram saudades? Tá, eu sei que não, não é necessário jogar na cara u.u
Bom, eu estava doente. Eu disse isso no post passado, em detalhes. 
Bom, fiz duas semanas de dieta e perdi quatorze dias da minha vida. Mentira =D Nunca fiz dieta (mas bem que preciso, hein).
Bom, essa semana me senti uma inválida. Por que? Bom, para começar, não conseguia fazer quase nada. Nada de lavar a louça, por que tinha que ficar em pé. Não pude nem varrer a casa. Sem contar o Lindo Drama de Tomar Cápsulas & Por Quer Diabos Não Consigo Engoli-las.
Para vocês terem noção da situação, meu irmão pediu papel higiênico para mim e eu, morrendo de dor, levantei e peguei. No final das contas, quando ele abriu o pacote, era papel toalha e eu tive que repetir minha dolorosa saga de ficar em pé.
Mas o bom é que eu fiz coisas que estava querendo fazer há ERAS.
Felizmente, já na quarta-feira, eu estava me sentindo beeem melhor. Nada de dores de estômago.
Mas, então, a grande maldição feminina se abateu sobre minha nesta quinta-feira e eu fiquei o dia todo morrendo de cólicas menstruais (ou, como eu chamo, Amostra Grátis de Um Parto. Minha mãe diz que é o melhor preventivo para a gravidez, por que eu definitivamente não quero ter que sentir uma dor dez vezes pior que a do parto).
Ontem, sexta-feira, não postei nada por pura preguiça.
Essa semana foi definitivamente produtiva.
Para começar, assisti um anime inteiro. Sim, primeira e segunda temporada, mais o especial de vinte minutos. Isso totaliza exatamente 37 episódios. Contando de cada episódio tem cerca de 22 minutos, foram quase 814 minutos assistindo um anime em menos de uma semana. Isso dá um pouco mais de 13 horas (obrigado, calculadora).



Mas a questão é que o anime é bem legal. Kuroshitsuji, ou Black Butler, ou, em português, Mordomo das Trevas, conta a história de Ciel Phantomhive, um garoto de doze anos que faz um contrato com um demônio, Sebastian Michaelis, para que este seja seu mordomo e sirva-o até que sua vingança seja consumada. Isso tudo em troca da alma de Ciel. 



A questão é que Ciel é tão rico, mas tão rico, que Sebastian se passa como um mordomo de verdade aos olhos dos outros. Ciel é o único sobrevivente da família, que morreu toda num incêndio, e ele herdou a máquininha de passar cartão Cielo fábrica de brinquedos e doces da família.
Olha, eu recomendo esse anime. Sério, é um dos melhores que já vi. Sem contar que o Sebastian é pura sedução. E o tema sobrenatural é sempre bem vindo. Se tiver se sentido interessado, pode baixar por aqui. Ah, um pequeno aviso: tem algumas cenas que você pode achar meio gays, mas, sério, esse anime não é nada gay.



Li pouco essa semana. Sei lá, não me senti muito inspirada para ler. Mas ainda sim, vou falar das minhas leituras.
O Mapa do TempoTerminei de ler O Mapa do Tempo e amei o livro. Ele conta a história de Andrew, um rapaz que, no passado, se apaixonou por uma mulher. No entanto, essa mulher era uma prostituta e foi assassinada por Jack, O Estripador, oito anos atrás. Andrew vive comendo o pão que o diabo amassou desde a morte de sua amada. No entanto, seu primo o trás a magnifica possibilidade de viajar ao passado e salvar sua amada da morte certa. Se você tiver paciência para ler um livro que é 80% narração, você vai adorar essa história! Este livro, com toda certeza, é um de meus favoritos. 
Charlotte StreetLi, também, Charlotte Street. Vou confessar que estava detestando o começo, achando um tédio só e não entendia bulhufas das piadinhas de Jason. Mas, depois da metade, me apaixonei pelo livro e chorei com o final, que foi muito emocionante. Digo, foi legal, não exatamente emocionante. Nah, leiam o livro e entendam todos os meus sentimentos.
O Começo do AdeusJá o contrário aconteceu com O Começo do Adeus, que li essa semana também. O começo do livro foi incrível, eu estava adorando a narrativa, os personagens, a ambientação da história e... a partir da metade do livro, a história se tornou cansativa e o final foi completamente insatisfatório, me deixou com mais perguntas que respostas.
Além de ver o anime e ler estes três livros, comecei outro ontem, chamado Nas Sombras. Estou lendo por ebook e adorando, li cem páginas só ontem a noite. Sério, de noite mesmo, na hora de ir dormir. Fiquei até 1h15min da madrugada lendo essa história sobre fantasmas. E, para quem já leu, sabe que 1h15min é uma hora muito significativa no livro. Pelo menos, no capítulo quatro (não estou brincando, quando fui ver a hora que era ao terminar de ler o capítulo quatro era realmente 1h15min. Mas, só pra constar, fiquei acordada até as duas lendo, contrariando o que disse há pouco).

Eu não costumo ficar até de madrugada lendo. Isso quer dizer que o livro é excepcional? Bom, o livro é legal, mas não é tudo isso. Eu fiquei lendo até de madrugada por que estava com medo. 
Agora você me pergunta: Mas Nath, se você estava com medo, seja lá do que for, por que ficou lendo um livro sobre fantasmas?
Bom, o livro não é assustador.
Mas ler o Medo B é. 
Não sei se vocês conhecem o site Medo B. Clique aqui para acessar. Este blog é um dos meu favoritos, visito todos os dias. Como diz o próprio nome, ele é pra te dar medo. Os administradores postam resenhas de filmes de terror, falam sobre jogo do gêneros, postam vídeos e fotos de supostos fantasmas, falam sobre lendas e lugares amaldiçoados de todo o mundo. É um site muito bom (a não ser pelo bárbaros erros de português que me aparecem de vez em quando).



A questão é que tudo começou comigo. Eu estava me confessando para o Victor sobre o meu segundo maior medo. O primeiro, que já falei sobre no blog, é sangue. Não conheço a origem dessa minha fobia, mas a tenho faz um tempão e não me mostre sangue por que eu desmaio. Mas não era sobre sangue que eu falava com ele. Era sobre bocas.
Não sei também por que tenho esse medo de bocas. Não, não tenho medo de bocas bonitinhas. E também não tenho medo de bocas com dentes podres, se é isso que está pensando. Digo, não quero ter dentes podres, mas essa não é minha fobia. Eu tenho medo de bocas muito abertas.
Tá, para de rir. Eu sei que você também tem algum medo super bobo e vergonhoso. Todos temos. A questão é que uma cena de Kuroshitsuji me deu tanto medo que eu fechei o notebook com força de tão apavorada que fiquei. Mas se você não tem medo de bocas abertas, você vai me achar uma idiota.



Minha reação foi tipo a do Ciel, mas por razões diferentes. Não, a moça não gritou nem nada, na cena ela apenas abre a boca, mas mesmo assim, quando fui tirar o print pra por aqui no post, eu gelei de novo.

É isso galera!
E, como diria o pessoa do Medo B:
Bons pesadelos...

domingo, 2 de setembro de 2012

Aviso de extrema importância


Oi gente!
É o seguinte: desde semana passada, lá pela segunda feira, eu estava sentindo fortíssimas dores intestinais. Achei que fosse algo que eu tinha comido, mas toda vez em que eu almoçava ou jantava eu sentia uma dor horrorosa.
Fui no médico e ele me receitou um remédio, mas parece que o buraco é mais embaixo e eu não consigo sequer ficar em pé direito.
Passei os últimos dois dias deitada no sofá assistindo TV/animes, por que nem concentrar na leitura consigo de tanta dor.
Agora é 10:01 de uma manhã ensolarada de domingo, já faz 10 horas que eu não coloco nada no estômago além de remédios (por que se eu como a dor piora).
Então vou dar um tempo não só no blog, mas no computador até eu ficar melhor.
Então, se aqui ficar sem posts, se eu não comentar no blog de vocês e coisas assim, não é por que eu sou uma megera maligna que não tem consideração pelos outros, mas é que estou doente e de cama mesmo.

Isso é tudo, até mais!