quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Eu voltei, só que não


Oi galerinha do barulho, como vão?
Eu vou bem (acho). Meu computador voltou esses dias e ainda estou arrumando algumas coisas que são prioridades. Amanhã é o último dia de aula e na sexta-feira eu vou estar totalmente desocupada e vou aproveitar pra colocar muita coisa do blog em dia. Na verdade estou meio desanimada por que é muito trabalho para fazer e a próxima La Caixita será quilométrica por que MUITA cosia chegou. Sério. Acho que não vou dar conta.
Mas enfim, a gente vai tentando. Veremos né.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Aviso importante

Oi galerinha!
Vou ser breve por que digitar no celular é a pior coisa que existe. Meu computador pifou completamente (não sei o que aconteceu, mas teve que voltar para a fábrica. Graças a Deus o a garantia cobre o estrago) e por isso não tô usando nada. Nem skoob, nem twitter, nem facebook. Nada.
Eu tenho usado pelo celular no máximo o facebook, que ainda é ruim.
Olha, meu blog não vai sumir.Não sou que nem esse mundo de blogueiros que finge ter um problema com o computador e nunca mais atualiza o blog. O problema é que meu computador pifou até a alma e vai demorar um mês pra arrumar. No mínimo.
Sabe aquela promoção de natal? Esqueça, ela será prolongada para não sei quando.
Bom, eu volto. Prometo.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Tão Ontem, de Scott Westerfeld


~ ♥ ~

Oi Galerinha, tudo em cima?
Estou meio desanimada nesse último mês. Comprei cinco livros pelo Submarino há mais de três semanas e nada deles aparecerem. Estou começando a ficar desesperada D=
Mas o bom é que acabei de voltar de uma viajem que fiz até São Paulo. Lá assisti Atividade Paranormal #4 e A Possessão. Gente, a luz acabou enquanto assistíamos AP e eu gravei cenas assustadoras dentro do cinema, em breve postarei. Mas vamos falar de coisa boa, a nova tek pix tem câmera digital, é MP3, MP4, filmadora..., estre livro do Scott é mais um que você TEM QUE adicionar na sua lista de "vou ler"! 


Título original: So Yesterday

Autor: Scott Westerfeld
Editora: Galera Record
É bom? ★★★★★
Sinopse: Romance, ação, mistério e uma boa dose de sátira, "TÃO ONTEM" é um romance fascinante, que vai fazer você questionar tudo que sempre pensou sobre o que é ser cool.
Você já pensou em quem foi o primeiro a usar a carteira presa por uma corrente ou quem começou a usar calças grandes demais de propósito? E o primeiro a usar o boné virado para trás? Esses são os Inovadores, as pessoas no topo da pirâmide de consumo. Aos 17 anos Hunter é um Caçador de Tendências, os segundos na pirâmide. Seu trabalho: identificar o que há de mais novo e legal para o mercado seguir. Seu modus operandi: observar sem se envolver. Mas a partir do momento que ele conhece Jen, uma Inovadora, ele não consegue evitar se envolver. E muito.

Hoje venho com a resenha do livro Tão Ontem, do Scott Westerfeld. Dele só li a série Feios e devo dizer que gosto muito da narrativa dele. Agora, se eu já gostava dele escrevendo em terceira pessoa, confesso que AMEI a narrativa dele em primeira. Eu até prefiro a narrativa quando é em terceira pessoa, mas ele me conquistou muito.

O maior ponto forte dos livros do Scott (principalmente de Tão Ontem) é que ele cria personagens incríveis e ímpares. O Hunter e a Jen eram incríveis, cada um com uma personalidade e visual únicos.

O livro conta a história de Hunter. Ele é um blogueiro, mas ao invés de resenhar livros ele fala sobre roupas e moda. Mas não, ele não é gay. Na verdade, ele é mais do que apenas um crítico de roupas, ele é um Caçador de Tendências. Afinal, o que é isso? Uma pessoa como ele tem uma posição definida da pirâmide hierárquica do consumo como aquele que decide o que é e o que não é cool e então entrega isso tudo ao mundo, que irá comprar os produtos a partir da crítica dele. Mas ele não é o único, é claro. Além de que os Caçadores de Tendência não estão no topo da pirâmide. Acima deles estão os Inovadores.

Os Inovadores CRIAM as coisas que os Caçadores de Tendências AVALIAM. Sabe aquela trança que parece espinha de peixe? Ela com certeza foi popularizada graças a alguém que gostou da ideia. Mas a pessoa que CRIOU essa trança, essa sim, é um Inovadora. E, no livro, a Inovadora é Jen. Mesmo que não saiba.

O melhor do Scott é que ele sempre trás umas situações sem nexo ou simples demais e as transforma em algo MUITO interessante. 

Num belo dia, Hunter está passeando por aí com um telefone novo que tira fotos (ele recebeu esse telefone para verificar se ele é apto para ser a próxima moda). Ele, então, esbarra em Jen, que está amarrando seus sapatos com um laço lindo e sente-se encantado pela criatividade. Tira uma foto do laço e manda para sua chefe ver o que acha. Pois é, tem chance de ser a próxima moda!

Depois de uma breve conversa e conseguir a foto, Hunter percebe que essa garota - Jen - é mais que uma garota comum: ela é uma Inovadora. Ele decide levá-la para assisti à prova de um comercial que ainda não foi ao ar. 

Como Jen é uma Inovadora, logo causa um pequeno dilema no grupo por notar um erro óbvio no comercial: Falta-uma-mulher-negra (isso é muito bem explicado no livro e eu particularmente já havia pensado o mesmo). Mas Jen torna-se um alvo de especial atenção e Mandy, a chefe de Hunter, os convida para dar uma conferida no novo produto de uma empresa. Os dois chegam juntos no local marcado mas - surpresa! - Mandy não está lá. Mas o celular dela está e os dois temem que ela foi sequestrada.

O livro então vira uma espécie de investigação meia-boca. Não entenda mal, é tudo MUITO divertido e super bem organizado. Mas é que Jen e Hunter não são detetives e acabam fazendo cada coisa que dá vontade de estapear os dois em alguns momentos. Mas não por que são chatos, jamais! Na verdade, os dois são personagens incríveis.

Toda a história de Tão Ontem, além de uma aventura muito sem nexo envolvendo festas em museus, bebidas misturadas com suco, Shampus misteriosos que deixam seu cabelo roxo e flashs de câmera cegantes, é uma crítica social. Ao mesmo tempo em que estamos evoluindo tecnologicamente, estamos virando muito consumistas. O livro mostra isso de forma muito interessante através de alguns personagens secundários que fazem toda a diferença.

É isso gente, leiam o livro por que ele é muito legal. A capa dele é linda, não acham? Okay, vou voltar ao meu trabalho de Caçadora de Tendências e ler muitos livros para recomendar a todos =D

Espero MESMO que leiam este livro um dia. É uma daquelas histórias que te deixam com um sorriso bobo após terminar.

Recomendo!




sábado, 3 de novembro de 2012

Desejados #7


Eu sei que faz tempo que não faço um Desejados, acho que esqueci essa coluna '-' 
Enfim, vim atualizá-la no dia de hoje. Espero que gostem dos livros escolhidos! Dentre eles, desta vez, há um livro de quase vinte anos atrás, um lançamento e dois livros nacionais pelos quais sou LOUCA!


Tony & SusanHá vinte e cinco anos, Susan Morrow deixou Edward Sheffield, seu primeiro marido. Certo dia, instalada confortavelmente na casa em que mora, com os filhos e o segundo marido, inesperadamente ela recebe, pelo correio, um embrulho que contém o manuscrito do primeiro romance escrito por Edward. Ele lhe pede que leia seu livro: Susan sempre foi sua melhor crítica, justifica. Tony e Susan, de Austin Wright, publicado originalmente nos Estados Unidos em 1993, ganha nova edição, dezoito anos depois de seu lançamento, por se tratar, segundo seus editores, da “mais impressionante obra de arte da ficção americana desde Revolutionary Road, de Richard Yeats”, publicado no Brasil como Foi apenas um sonho. Ao iniciar a leitura, Susan é arrastada para dentro da vida do personagem Tony Hastings, um professor de matemática que leva a família de carro para a casa de veraneio no Maine. Quando a vida comum e civilizada dos Hastings é desviada de seu curso de forma violenta e desastrosa, Susan se vê novamente às voltas com seu passado, obrigada a encarar a própria escuridão e a dar um nome para o medo que corrói seu futuro e que vai mudar sua vida.

Sou louca por este livro. Li uma crítica sobre ele na revista Veja e desde então quero muito comprá-lo. Acho a capa ímpar, não podia combinar mais com o livro. Eu adoro dramas, então acho que este livro não me decepcionaria. Mas não se engane: gosto de dramas, não de livros água-com-açúcar.

Sob a RedomaEm um dia como outro qualquer em Chester’s Mill, no Maine, a pequena cidade é subitamente isolada do resto do mundo por um campo de força invisível. Aviões explodem quando tentam atravessá-lo e pessoas trabalhando em cidades vizinhas são separadas de suas famílias. Ninguém consegue entender o que é esta barreira, de onde ela veio e quando — ou se — ela irá desaparecer. Os moradores de Chester’s Mill percebem que terão de lutar por sua sobrevivência. Pessoas morrem, aparelhos eletrônicos entram em pane ao se aproximar da redoma e a situação fica ainda mais grave quando a cidade se vê exposta às graves consequências ecológicas da barreira. Para piorar a situação, James “Big Jim” Rennie, político dissimulado e um dos três membros do conselho executivo da cidade, usa a redoma como um meio de dominar a cidade. Enquanto isso, o veterano da guerra do Iraque, Dale Barbara, é reincorporado ao serviço militar e promovido à posição de coronel. Big Jim, insatisfeito com a perda de autoridade que tal manobra poderia significar, encoraja um sentimento local de pânico para aumentar seu poder de influência. O veterano se une a um grupo de moradores para manter a situação sob controle e impedir que o caos se instaure. Junto a ele estão a proprietária do jornal local, uma enfermeira, uma vereadora e três crianças destemidas. No entanto, Big Jim está disposto até a matar para continuar no poder, apoiado por seu filho, que guarda a sete chaves um segredo. Mas os efeitos da redoma e das manobras políticas de Jim Rennie não são as únicas preocupações dos habitantes. O isolamento expõe os medos e as ambições de cada um, até os sentimentos mais reprimidos. Assim, enquanto correm contra o pouco tempo que têm para descobrir a origem da redoma e uma forma de desfazê-la, ainda terão de combater a crueldade humana em sua forma mais primitiva. 

Stephen é o rei (infame, eu sei). Já li uns sete livros dele e amei todos de paixão. Meu preferido é, de longe, O Apanhador de Sonhos. Vi nas internets que esse livro é enorme, e acho que foi esse o motivo pelo qual mais me senti atraída pelo livro. Ele me lembrou um pouco o livro Gone, já que também há uma espécie de redoma naquela cidade. Como é de se esperar, o Sir King irá nos surpreender com uma história incrível! Desta vez, imagino, um drama! Além de que a capa é o máximo *----------*

Kôra - O Pressentimento do DragãoDe uma forma estranha, sempre me achei diferente das outras pessoas, nem melhor, nem pior, mas intrinsecamente diferente. Porém, nem isso me fazia acreditar que coisas extraordinárias pudessem acontecer comigo, até a chegada do inverno. Com a ajuda da família e amigos, consegui aos poucos voltar a ter minha vida de antes. Mas isso, não durou muito. Podia prever que um furacão estava prestes a devastar minha vida, era só uma questão de tempo. Estranhamente, com a chegada do misterioso e atraente Herodes na cidade, eu estava certa de que algo errado estava acontecendo e de que estava aumentando cada vez mais. Eu não tinha certeza se queria saber a história dele. O medo de ser algo com que eu não soubesse lidar era maior do que qualquer curiosidade que pudesse existir. Mas assim que soube, segurei o choro por ter a certeza de que agora meu pesadelo estava prestes a começar. 

Li muitas resenhas positivas sobre este livro e ESTOU MALUCA PARA LÊ-LO! A capa é maravilhosa (recentemente descobri que tem detalhes dourados). É meio sobrenatural, mas puxado para o tema dos dragões, não vampiros ou lobisomens. Quem não gosta de dragões? Gente, necessito! D=

GOUm homem está escrevendo um livro. Enquanto não chega ao capítulo final, ele precisa solucionar uma amor mal resolvido, encontrar a verdadeira motivação para escrever e aprender, de uma vez por todas, como preencher o seu buraco no peito, metáfora persistente da sua interminável solidão. Este livro é sobre o porquê da nossa existência, acompanhado de um set list perfeito para se ouvir em noites estreladas numa cidade grande e solitária. GO é um livro que vai além das palavras, porque seu objetivo não é apenas ser uma leitura prazerosa, mas o agente de uma mudança. GO é uma palavra de ordem. De não desistir nunca. De buscar o significado da vida. GO. Faça alguma coisa por você e pelos seus sonhos. GO. Leia. É o começo.


Meu namorado (Victor) leu Go, do Nick Farewell (meio coreano, nome americano, mas brasileiro. É) e disse que é seu favorito. Infelizmente ele pegou emprestado na escola e não pode me emprestar #triste. Vou tentar convencê-lo a escrever uma resenha sobre este livro. Na minha opinião, eu não daria nada pela capa. Mas de tanto ouvi-lo falar desse livro, quero muito lê-lo!

É isso, pessoas! O que acharam? Quais leriam e quais não leriam? Tem alguma ideia para um post futuro? COMENTEM!

Beijos,
N!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Starters, Lissa Price



~ ♥ ~

Oi pessoal, como estão?
Trouxe hoje a resenha de um livro que foi meio difícil para mim. Digo, eu gostei de Starters! Realmente adorei! O difícil foi ver que meu livro, chamado Vertigem, teve o tema de aluguel de corpos roubado! Tá que no meu livro não era aluguel, era compra de identidade, mas enfim. 
Leiam essa resenha e tirem suas conclusões!

                                                                       ~ ♥ ~

StartersTítulo original: Starters
Autora: Lissa Price
Editora: Novo Conceito
Páginas: 368

É bom?: ★★★
Sinopse: Seu mundo mudou para sempre. Callie perdeu os pais quando as guerras de Esporos varreu todas as pessoas entre 20 e 60 anos. Ela e seu irmão mais novo, Tyler, estão se virando, vivendo como desabrigados com seu amigo Michael e lutando contra rebeldes que os matariam por uma bolacha. A única esperança de Callie é Prime Destinations, um lugar perturbado em Berverly Hills que abriga uma misteriosa figura conhecida como o Old Man. Ele aluga adolescentes para alugar seus corpos aos Terminais — idosos que desejam ser jovens novamente. Callie, desesperada pelo dinheiro que os ajudará a sobreviver concorda em ser uma doadora. Mas o neurochip que colocam em Callie está com defeito e ela acorda na vida de sua locadora, morando em uma mansão, dirigindo seus carros e saindo com o neto de um senador. Parece quase um conto de fadas, até Callie descobrir que sua locatária pretende fazer mais do que se divertir — e que os planos de Prime Destinations são tão diabólicos que Callie nunca podia ter imaginado...


Confesso que, com essa moda distópica que se instalou depois de Jogos Vorazes, eu não esperava muito de Starters. Claro que o tema era interessante e até eu mesma já tinha pensando em escrever um livro com uma premissa parecida. Afinal de contas, o sonho da humanidade sempre foi viver eternamente. Afinal, nós sempre buscamos maneiras de prolongar nossas vidas, de burlar doenças, de parecermos sempre jovens e de consertarmos nosso corpo por dentro. Quanto tempo falta para a humanidade conseguir a "cura" para a morte? Se não uma cura, talvez uma solução provisória esteja por vir? Bom, em Starters isso já é possível.

"Bem vindo à Prime Destinations. Aqui nós podemos te trazer de volta aos dias de juventude. Basta alugar um corpo e cuidar dele até o final do prazo". Esta é mais ou menos a premissa da Prime Destinations, um banco de corpos, onde adolescentes alugam-se para que idosos usem dos privilégios de seus corpos. 

Mas é claro que os pais de adolescentes jamais deixariam que seus filhos se alugassem. Sendo assim, como isso acontece?

Em Starters, houve um conflito que ficou conhecido como Guerra dos Esporos. Uma doença se propagou pelo mundo e uma vacina foi distribuída. No entanto, apenas as pessoas mais suscetíveis a doença tomaram a vacina a tempo: a primeira dose foi distribuída apenas aos idosos, aos adolescentes e às crianças. No meio disso, os adultos morreram e as crianças que não tinham avós vivos foram largadas a própria sorte, sem ter o direito de trabalhar e vivendo nas ruas como ratos.

Isso foi o que aconteceu com Callie e seu irmão, Tyler. Seus pais morreram e seus avós já estava mortos antes mesmo de a Guerra começar. O resultado disso foi duas crianças abandonadas na rua. Mesmo tendo Michael para ajudá-la, ele nada pode fazer quanto a doença de Tyler. Sim, Tyler está muito doente, e o único jeito de pagar as despesas com hospital é Callie se voluntariando para locar seu corpo.

Ela recorre, então, à Prime Destinations. Tudo parece um mar de rosas: o locador recebe uma "repaginada", com direto a plásticas, maquiagem e tudo o que há no mercado de cosméticos para arrumar as imperfeições. Durante a locação, sua mente ficará descansando, como se estivesse dormindo. São feitas três locações e, após o término do contrato, o locador recebe uma grande quantia em dinheiro. Mas nada é o que parece no banco de corpos.

Callie se aluga para uma Ender (como são chamados os idosos. Em Starters - que é como são chamados os jovens - os idosos podem chegar a ter até mais de 200 anos de idade, mas nunca terão um corpo jovem. Por isso a ideia de locação de corpos) e, no meio do período em que ela devia ficar com o corpo, Callie acorda.

Ela está no meio de uma boate sem saber o que acontece à sua volta. Nessa boate, ela conhece uma Ender no corpo de uma Starter que se autodenomina Madison e elas se tornam "amigas". Mas quem mais chama a atenção de Callie nessa boate é um rapaz jovem chamado Blake. Diferente de muitos naquela boate, ele é um Starter completo, sem nenhum Ender em seu corpo, a pesar da beleza digna do trabalho da Prime Destinations.

A partir daí uma longa história se desenrola a partir de Helena, a mulher que deveria estar no corpo de Callie, a sua sobrinha. Uma grandes conspiração será enfrentada e uma história de amor surgirá em meio a isso.

Tudo bem, pode até parecer meio clichê, mas a história é bem legal e original. O romance na trama não é o grande foco (só em alguns momentos a autora exagera) e os personagens são muito cativantes! As Enders com quem Callie se depara são muito divertidas e os Starters que aparecem são muito maduros devido ao que passaram. Uma personagem de quem gostei foi Sara, mas tive pena dela.

O livro tem uma narrativa legal e tudo, mas ainda acho que a história poderia ter se desenvolvido mais em alguns trechos. Mas gostei muito do livro e espero que a continuação seja melhor que esse primeiro livro, que já é ótimo.




sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Pretty Little Liars - Maldosas, de Sara Shepard


~ ♥ ~

Boa tarde pessoal!
Hoje vou postar a resenha de um livro que li não tão recentemente assim mas que me deixou muito dividida. A série (tanto de livros como de televisão) é muito popular, a pesar de eu já ter ouvido muita gente falar que são diferentes demais. Eu comprei o livro Maldosas por R$15,00 numa promoção e, depois de ler, fiquei, sim, com vontade de ler o resto da série. Mas será que vale a pena?

~ ♥ ~

MaldosasEditora: Rocco
Páginas: 289
ISBN: 9788579800252
Autora: Sara Shepard
Título original: Pretty Little Liars
É bom?: ★★★
Sinopse: Pretty Little Liars fala sobre a vida de quatro garotas — Spencer, Hanna, Aria e Emily — que acabam se “separando” depois do sumiço de sua líder, Alison. Três anos depois, elas começam a receber mensagens de texto e alguém que está assinando como “A” e ameaça a expor seus segredos — incluindo os mais secretos que elas achavam que somente Alison sabia.






Antes mesmo de falar da história, queria fazer um comentário sobre a série em si (não da de tevê): é longuíssima. Já tem dez livros publicados fora do Brasil (vai ter mais? Não sei) e uma série de tevê em andamento. 

Isso pode parecer meio controverso, mas eu gostei do primeiro livro da série Pretty Little Liars. Mas a verdade é que eu não sei se quero ler mais nove livros iguais a esse. 

Nessa resenha vou tentar ser o máximo sincera possível. Ao meu ver, todos os livros da série falam da mesma coisa - menina rycas em mil e uma peripécias, nas mãos da maldosa A (seja lá quem for). - e eu não estou preparada para isso. Se eu quero saber quem é A? Quero. Se eu quero saber o futuro das garotas depois daquele final misterioso? Claro. Mas não tenho coragem de comprar mais nove livros com histórias tão semelhantes.

Histórias, histórias. Qual a história de Pretty Little Liars? Primeiramente, tudo é contado em terceira pessoa. Nada mais natural, já que cada capítulo meio que conta um pedaço da vida de cada garota. Esse foi um dos pontos fortes do livro.

Outro ponto forte do livro foi o estilo da narrativa. Todos os capítulos são curtinhos (e tem nomes criativos. Eu odeio aqueles livros onde os capítulos se chamam "Revelações" ou "O Jantar". Prefiro os títulos mais trabalhados e enigmáticos - com uma pitada de humor negro - que a autora optou por usar) e você lê um tão rápido que já quer ler o próximo e quando vê metade do livro se foi.

Sabe, outro ponto bom foi um roteiro bem pensado. Afinal, você quer muito saber do segredo maligno que Spencer guarda ou o que diabos Aria presenciou que marcou sua vida. E, é claro, você quer saber o que aconteceu com a Alison. E quem diabos é A.

O único ponto realmente negativo e que fez o livro perder duas estrelas comigo foram as personagens. Não consegui gostar de nenhuma! Achei todas fúteis demais, muito falsas e, sim, às vezes más. Não é o caso de todas, mas as que não eram maldosas eram bobinhas demais e, portanto, sem sal.

Talvez seja por isso que a história não me conquistou por completo. Se quero ler os demais livros da série? Quero. Mas não agora.


sábado, 20 de outubro de 2012

La Caixita #14


~ ♥ ~

Oi pessoal, como vão?
Faz mais de uma mês que eu não faço um post do La Caixita. Mudei o banner - coloquei essa nova imagem porque, geralmente, os livros chegam em caixas, pacotes ou envelopes.
Acumulou uma boa quantidade de livros e eu vou mostrar todos. Espero que aproveitem!
~ ♥ ~


Comprei o volume quatro de Deadman Wonderland. Este é um mangá que está sendo publicado no Brasil, se não me engano, bimestralmente. Já lançaram até o volume seis no Brasil mas na banca daqui da minha cidade só chegou até o quarto D=


Os desenhos são incríveis e a história é ótima. Se você nunca ouviu falar, sugiro que dê uma procurada na internet. Para ler o mangá, clique aqui e você pode ler online! Existe um anime para este mangá, mas eu não recomendo. É muito, mas muito mal feito. Mas o mangá é perfeito!


Chegou também Ladrão de Almas, da Novo Conceito. Já li o livro e ADOREI MAIS QUE TUDO *---* Entrou para minha lista dos favoritos. Se ainda não leu, leia agora mesmo. Não, espere, termine de ler o post, daí você pode ir ler o livro!


Fechei parceria com o autor Ricardo Costac, que escreveu O Círculo de Pedra. Comecei a ler o livro hoje e estou adorando a narrativa. O livro é enoooorme, exatamente 600 páginas. A capa é linda, as páginas são amarelas. Um dos melhores trabalhos do selo Novos Talentos da Literatura Brasileira.


Comprei por R$16,00 Floresta dos Corvos. Achei a capa linda e adorei a sinopse. Na foto não dá para ver bem, mas as letras do título, conforme a iluminação, ficam coloridas! O livro é do tamanho menor mas tem quase 400 páginas.


Toda vez que começa um capítulo em Floresta dos Corvos, tem essa ilustração. Acho a coisa mais linda do mundo! As letras com o nome do capítulo não combinaram muito mas tudo bem.


Chegou, junto com Ladrão de Almas, o livro Um Ano Inesquecível. Eu nunca tinha ouvido falar do livro mas me parece ser interessante, um drama bem ambientado. E sim, eu gosto dessa casa, mesmo muita gente falando que é sem graça.


Recebi este livro por troca no skoob. Eu já queria ler Vendedor de Armas há algum tempo e agora eu possuo essa lindeza *---* O livro tem pouco mais de 300 páginas e foi escrito por Hugh Laurie, ator que faz o House na série House.


Esta é a pilha dessa leva de livros. Em baixo os maiores e em cima os menores.


Junto com O Círculo de Pedra o autor mandou muitos marcadores! Todos são autografados. Vou pegar um para mim e o resto irei sortear no blog. Os outros marcadores são de Ladrão de Almas e de Um Ano Inesquecível. Além do cacto fofo e do relicário. Gente, que relicário lindo! Uso direto, mas não coloquei foto ainda.

É isso por hoje, pessoas queridas!
Tenham um ótimo fim de semana! Beijos,
N!



quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Insaciável, de Meg Cabot


~ ♥ ~
E aí pessoal, como estão?
Nestas duas semanas que se passaram eu viajei e mal usei o computador. Não mexi muito no blog e nem no skoob. Agora que voltei de viajem estou tentando por tudo em dia. Pretendo falar sobre a mudança de template do blog (gostaram?) e sobre meu futuro projeto cinematográfico. Enquanto isso leiam a resenha (aproveitem e comprem o livro também!).

~ ♥ ~


InsaciávelAutores: Meg Cabot
Titulo: Insaciável
Editora: Galera Record 
Ano: 2012 / Edição: 2
Número de páginas: 504
É bom?★★★
Sinopse: Cansado de ouvir falar de vampiros? Meena Harper também. Mas seus patrões estão fazendo ela escrever sobre eles de qualquer maneira, mesmo que Meena não acredite neles. Não que Meena não esteja familiarizada com o sobrenatural. Veja, Meena Harper sabe como vamos morrer. (Não que você vá acreditar nela. Ninguém nunca acredita). Mas nem mesmo o dom da premonição de Meena pode prepará-la para o que vai acontecer quando ela conhece – e comete o erro de se apaixonar - Lucien-Antonescu, um príncipe moderno com um lado sombrio. É um lado negro que muitas pessoas, como uma antiga sociedade de caçadores de vampiros, preferiria vê-lo morto. O problema é que Lucien já está morto. Talvez por isso ele é o primeiro cara que Meena já conheceu com quem ela poderia ter um futuro. Entenda, enquanto Meena sempre foi capaz de ver o futuro de todo mundo, ela nunca foi capaz olhar para o dela própria. E quando Lucien é o que Meena jamais sonhou como namorado, de repente ele pode vir a ser tornar o seu pesadelo. Agora pode ser uma boa hora para Meena começar a aprender a prever seu próprio futuro. . . Se ela ainda tiver um.

A primeira coisa que me perguntei após ler este livro foi: que diabos foi isso?

A princípio eu não sabia o que pensar de Insaciável. Legal, Meg Cabot. Adoro a Meg, já li uns 15 livros dela. E vampiros, tá, legal. Também já li uns 15 livros de vampiros. Mas meu Deus do céu, juntar Meg com vampiros daria certo?

Sim, ela já escreveu séries sobrenaturais. A mais famosa (e a primeira coisa que eu li da Meg) foi A Mediadora. Tem também a série Desaparecidos, mas eu nunca li (a pesar de ter sim curiosidade). Enfim, a Meg chega do nada e decide lançar um livro sobre vampiros depois de toda a moda ter acabado. Um choque? Sim, claro que foi um choque. Mas será que o livro ficaria bom, afinal? 

É sobre isso que vim falar hoje. 


Eu adorei Insaciável e nada no mundo vai mudar isso. Gostei muito da Meena (não mais que a Suze, mas gostei sim) e fiquei APAIXONADA pelo Lucien (olha, eu não estou obrigando ninguém, mas escreve isso no google imagens: Sebastian Kuroshitsuji. Este é o Lucien. Com terno e tudo. Até os olhos vermelhos. Mas se você imagina ele mais maduro é só substituir o "Sebastian" por "Claude" e pronto. Ah, e se estiver procurando pelo Alaric troque "Sebastian/Claude" por "Bard". Sério, a Meg SÓ PODE ter assistido esse anime para escrever este livro).
Este é o Alaric da minha imaginação.
Meena Harper trabalha como roteirista de uma novela que se chama Insaciável na televisão. Após anos de drama no folhetim seus superiores decidem mudar o foco da novela para algo com vampiros. Meena está completamente frustada. Afinal, ela não acredita em vampiros. Infelizmente, não acreditar me vampiros não quer dizer que ela não crê no sobrenatural. Ela mesma tem um dom sobrenatural completamente perturbador: ela pode sentir a morte se aproximando de alguém - e pode sentir como será esta morte.


Além do fato de não conseguir prever o próprio futuro, Meena tem um ódio de seu dom por que el já acabou com relacionamentos promissores e a rotulou como garota estranha. O que não é exatamente um problema para Leisha, sua melhor amiga cabeleireira grávida e o marido dela, Adam. E também é algo comum ao irmão de Meena, Jon (é errado dizer que ele era meu personagem favorito do livro? Espero que não. Ei, espere, também adoro o Jack Bauer, cãozinho de Meena!).

Meena não é rica, mas definitivamente não é pobre, morando num bom apartamento em um bom prédio. Apartamento vizinho do de Mary Lou Antonesco, que é uma vampira. Não que Meena saiba disso a princípio. A propósito, TUDO neste livro acontece por causa de Mary Lou. Afinal, é ela quem tem um amigo que é por acaso o príncipe da Romênia que por acaso é um vampiro e que por acaso é Lucien Antonesco. E que por acaso se apaixona por Meena.

Este é o Lucien da minha imaginação.

Mas nada nesse livro é flores. Afinal, a Guarda Palatina (que está em perfeito funcionamento) mandou Alaric Wulf vir investigar um suposto serial killer que drena o sangue de suas vítimas. Um vampiro? Provavelmente. Infelizmente, Alaric espera que este vampiro seja Lucien.

"Meena tinha visões das mortes de outras pessoas há tanto tempo que nunca lhe ocorreu que um dia podia viver sua própria morte." Página 80

O livro é muito lega, a narrativa era muito dinâmica, eu nem via as páginas passando. Sei que a Meg deve ter pesquisado muito para escrever o livro, o que só o tornou mais interessante. Uma leitura incrível.

Ponto fraco? Um só: as letras da capa - as metalizadas - descascam!! Que dó do livrinho D= Peguei emprestado com minha amiga e já estava sofrido, quando devolvi algumas letras nem existiam mais. Acho que devia ser revisto isso numa edição futura. Aliás, a capa ficou linda *---*

Mas sim, RECOMENDADO!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Desejados #6


Olá queridos leitores, como estão?
A preguiça dominou minha alma esta semana então faz quase 5 dias que não posto nada. Mas decidi fazer um post mais fácil antes do próximo post, que será mais elaborado. 
Se deliciem com belas capas e sinopses enfeitiçantes enquanto aguardam =D

SelvagensAmbientalista e filantropo nas horas vagas, Ben comanda um negócio de venda de maconha em Laguna Beach. Ao lado de seu parceiro, o ex-mercenário Chon, ele fatura lucros consideráveis e mantém uma clientela fiel. No passado, quando seu território foi invadido, Chon tratou de eliminar a ameaça. Agora, porém, eles parecem estar diante de uma força da qual não podem dar conta: o Cartel de Baja, do México quer tomar a região e avisa que não irá aceitar uma negativa como resposta. Quando os dois amigos se recusam a recuar, o cartel reforça a advertência sequestrando Ophelia, companheira e confidente dos rapazes. O sequestro deflagra uma gama alucinante de negociações habilidosas e reviravoltas inacreditáveis, que deixarão os leitores ansiosos para descobrir o custo da liberdade e o preço de um grande barato. Uma engenhosa combinação entre o suspense carregado de adrenalina e a reportagem policial, Selvagens é um thriller alucinante, escrito por um mestre do gênero no auge de sua carreira. 

Não sei exatamente qual a razão, mas eu gosto desta capa. Ela me parece realmente... selvagem. E também perigosa. O livro tem todo um clima perigoso pelo que li pela sinopse. Estou mesmo no clima dos Mexicanos Malignos depois de ler Feche bem os Olhos.

NevermoreA líder de torcida Isobel Lanley fica horrorizada quando descobre que seu parceiro para o projeto de inglês é Varen Nethers e que o projeto deve ser entregue — tão injusto — no dia do jogo contra o rival do colégio. Frio e indiferente, cínico e com a língua afiada, Varen deixa claro que ele também preferia não ter que estudar com ela. Porém, quando Isobel descobre um texto estranho escrito no diário de Varen, acaba vendo com outros olhos esse enigmático garoto de olhar expressivo.
Logo Isobel começa a inventar desculpas para poder encontrar Varen. Afastando-se cada vez mais de seus amigos e do namorado possessivo, Isobel entra mais fundo no mundo de sonhos que Varen criou nas páginas de seu diário, um mundo onde as aterradoras histórias de Edgar Allan Poe ganham vida.
Enquanto seu mundo começa a desmoronar ao seu redor, Isobel descobre que os sonhos, assim como as palavras, têm mais poder do que ela imaginava, e que as realidades mais assustadoras são aquelas criadas pela mente. Agora ela precisa encontrar uma maneira de chegar a Varen antes que ele seja consumido pelas sombras de seus próprios pesadelos.

Discorde o quanto quiser, mas para mim a capa de Nevermore no Brasil é MIL VEZES mais linda do que a americana. Aqueles modelos da capa original parecem uns doentes terminais de tão pálidos. A história parece ser meio clichê, mas quem não iria querer ler um livro com essa capa?

PlatônicoEm Platônico, um narrador misterioso conta tudo que sabe sobre a conturbada história de Henrique, um professor de Filosofia casado, que acabou cometendo um erro simples, mas que mudou toda sua vida. Depois de Henrique descobrir frequentes hematomas no corpo de Sophia, uma de suas alunas, o que era uma simples história sobre o crime de um professor tornou-se a busca incessante em compreender a garota que levou o mais correto dos homens ao mais desprezível dos erros. Um estado de paranoia tão grande que ele acabou se incluindo na lista dos acusados de espancá-la. Nesse ponto, Henrique percebe que nada sabe sobre a aluna. Mesmo o amor incondicional que Sophia alega ter parece falso quando surge a desconfiança da traição. Mas seria realmente uma traição tentar fugir dessa relação criminosa? Seria isso tudo um caso de amor ou seria mero oportunismo?

SIM, este livro foi escrito em terras Tupiniquins. Platônico tem toda uma história misteriosa sobre um professor e sua aluna. Quero muito ler o livro, mas não consigo achar nenhum contato da autora para fazer parceria. Ainda sim, a capa de Platônico é linda demais, não concordam?

Segredos ReveladosKate e Alex Rocket são abençoados com um casamento maravilhoso e uma casa adorável. Apesar de Kate ser incapaz de ter filhos, ela e Alex cuidam de Sara e Emily, as afetuosas filhas de seus bons amigos Don e Debbie Winter, como se fossem da família. Com uma ligação, tudo muda. Sara acusa Alex de um crime hediondo, criando uma briga entre os casais. Em um único momento, a vida deles se tornou um pesadelo sem fim. Kate só pode observar, impotente, enquanto seu marido inocente é condenado e mandado para a prisão. Quando uma tragédia ainda maior acontece, Kate não tem escolha a não ser transformar sua dor em raiva... Quando sua vida está no momento mais obscuro, Kate descobre uma força interior e uma solução arriscada para limpar o nome do marido — e arruinar a vida daqueles que destruíram tudo que ela construiu com Alex. Mas o maior desafio de Kate será vingar Alex sem ter seu futuro perdido — e um novo amor precioso. Enquanto Kate tiver coragem e esperança, talvez ela não perca tudo...

Esse é um dos lançamentos da Novo Conceito do mês de outubro e eu quero muito lê-lo. A capa é bem legal, me lembra um daqueles romances policiais. Talvez seja uma coisa meio Lisa Gardner. Quem sabe?

É isso por hoje pessoinhas, até breve! Beijos,
N!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Anjo Mecânico, de Cassandra Clare

Olá galerinha do barulho, como estão?
Hoje trago uma resenha de um livro que, creio eu, TODO MUNDO já ouviu falar. Mesmo assim, aqui está a resenha. Degustem =D
Ah, antes, gostaria de falar um pouco sobre os Shadow Hunters. Os Caçadores de Sombras figuram todos os livros já escritos pela Cassandra Clare. Estes livros são:

   

Anjo Mecânico



Anjo mecânico apresenta o mundo que deu origem à série Os Instrumentos Mortais, sucesso de Cassandra Claire. Nesse primeiro volume, que se passa na Londres vitoriana, a protagonista Tessa Gray conhece o mundo dos Caçadores de Sombras quando precisa se mudar de Nova York para a Inglaterra depois da morte da tia. Quando chega para encontrar o irmão Nathaniel, seu único parente vivo, ela descobrirá que é dona de um poder que capaz de despertar uma guerra mortal entre os Nephilim e as máquinas do Magistrado, o novo comandante das forças do submundo.





Não vou mentir nessa resenha. Antes de tudo, irei ressaltar três pontos muito importantes:

1 - Cassandra Clare perdeu e ganhou pontos comigo. Quando vi a capa de City of Bones, que nem sequer tinha intenção de ser publicado no Brasil (imagina só, faz um tempão) eu procurei tudo sobre a série na internet. Li em inglês mesmo os quatro primeiros livros da série. Bom, como vocês devem saber, essa série era para terminar em City of Glass (Cidade de Vidro). Mas não, a Cassandra decidiu escrever um quarto, um quinto e um sexto livro. Eu li o quarto com receio de ser ruim. Tá, não era ruim, mas nem se compara aos outros livros da série. Mas Anjo Mecânico restaurou minhas esperanças em todos os livros sobre Shadowhunters/Caçadores de Sombras que a Cassandra venha a escrever;

2 - Essa capa é linda demais, meu Deus!;

3 - Eu sou fã incondicional da série, então não acredite ou leve ao pé da letra todos os elogios que virão a seguir. Eles são sinceros, mas não se baseie neles quando for ler o livro.

Certo, agora a minha opinião. Eu adorei o livro. É. Eu estava ansiosa pelo lançamento nele no Brasil e logo que lançou eu o comprei.

Anjo Mecânico narra a história de Tessa Gray, uma garota que sempre amou seu pingente com um anjinho mecânico, que agora está se mudando para Londres, depois da trágica morte da tia, para morar com seu irmão.

Chegando em Londres, duas senhoras que se denominam Irmãs Sombrias (tem um bom motivo, acredite) a acolhem com a desculpa de terem sido mandadas pelo irmão de Tessa, Nate Gray. No entanto, tudo não passa de uma armadilha e agora a vida dela está correndo sério perigo.

Mas as Irmãs Sombrias são apenas fantoches do Magistrado, um homem cruel que deseja se unir (sim, em matrimônio!) a Tessa. Mas é claro que a Srta. Gray é mais do que um rostinho bonito. As Irmãs Sombrias estão despertando em Tessa um poder que ela nem sabia que tinha: o de assumir a forma de outras pessoas. E, além disso, ainda pode recriar as lembranças da pessoa em quem se transformou e se passar por ela. É claro que o Magistrado está atrás dessa habilidade.

Will, um belo (e muito safado) rapaz, está numa missão. Ele é um nephilim e está investigando um assassinato que possa ter alguma relação com o Submundo. Durante sua investigação, Will resgata Tessa e ela vai parar no Instituto.

Olha, não vou mentir e dizer que este livro é melhor que a série Os Instrumentos Mortais. Isso seria errado. Mas eu gostei bastante do livro e, principalmente, de alguns personagens. O Jem era (e ainda é) meu favorito desta nova trilogia. E, além dele, há Charlotte em Henry, o casal que comanda o Instituto de Londres (mesmo que Henry não faça quase nada). 

Eu só achei o Will muito parecido com o Jace e o Jem me lembrava muito o Simon. Mas eu gostei dos dois. E, é claro, eu adorei a misteriosa participação de Magnus no livro (e espero que ele participe mais ainda!).

A capa é um espetáculo, seguindo o padrão da série Os Instrumentos Mortais. As capas das continuações são essas:

 


É isso, recomendo a leitura a todos! 


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Beautiful Creatures OUIÉ!


Meus kiridos!

Não sei se vocês, leitores, também são escritores nas horas vagas. Mas eu sou e, quando meu computador não quis ligar essa semana, fiquei desesperada. Levei para o técnico na mesma hora e, a princípio, ele deu o diagnóstico errado: o HD não tinha salvação. Comecei a chorar na frente dele, falando que não era possível, que isso não podia acontecer. Ele pegou o notebook e disse que ia ver o que podia fazer.
Para a minha sorte, ele conseguiu fazer o backup de quase tudo. Perdi alguns episódios de animes e de seriados, uma ou outra foto, mas meu livro ficou intocado. 
Não sei se vocês tem algo tão precioso na vida de vocês a esse ponto, mas espero que nunca tenham que passar pelo que eu passei.
Mas vamos direto ao assunto! Preparei mais um post especial para vós! Não é novidade para o pessoal que me conhece que eu sou apaixonada pela série Beautiful Creatures (meu irmão mais novo ficou horas me ouvindo falar do enredo). Mas eu me sinto meio idiota vindo falar isso no blog por que eu só li o livro um '-'
Eu sou louca pelo segundo (que já tem no Brasil).
Mas, afinal, que livro é esse?

Dezesseis LuasEthan é um garoto normal de uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos e totalmente atormentado por sonhos, ou melhor, pesadelos com uma garota que ele nunca conheceu. Até que ela aparece... Lena Duchannes é uma adolescente que luta para esconder seus poderes e uma maldição que assombra sua família há gerações. Mais que um romance entre eles, há um segredo decisivo que pode vir à tona. Eleito pelo Amazon um dos melhores livros de ficção de 2009. Direitos de tradução vendidos para 24 países. Um filme da série está sendo produzido. "Pacote completo: um cenário assustador, uma maldição fatal, reencarnação, feitiços, bruxaria, vudu e personagens que simplesmente prenderão o leitor até o fim..."


Eu recebi esse livro em forma de troca pelo skoob (acho que troquei Winkie, não me lembro). Ele já era meio idoso (passou na mão de três pessoas antes de chegar para mim) mas veio inteiro, com pequenos amassados. Eu acho a capa linda (pessoalmente ela brilha, mas não é metalizada. Só pegando na mão para entender) e a história que se esconde por trás dela é fascinante.
Só quem já se apaixonou por um livro sabe como é difícil falar deles. Não sei nem por onde começar a descrever o que senti ao ler Dezesseis Luas.
Eu e meu exemplar õ/
Sabe quando você passa o dia sem comer? Por algum motivo, você não tomou um café decente e não almoçou. Quando finalmente come no jantar, a comida parece mais saborosa. Acho que essa pode ser uma boa comparação com meu primeiro contato com Dezesseis Luas. Eu estava há três dias sem virar uma página de nenhum livro (ressaca literária das bravas) e foi quando decidi que devia tomar vergonha na cara e ler alguma coisa. Peguei Dezesseis Luas. Era um livro grosso, capa com detalhes metalizados. Um árvore com galhos torcidos. Tem coisa mais sombria que essa?

Quando eu o vi pela primeira vez achei que fosse algo parecido com Crepúsculo. Não me crucifiquem ainda, eu gosto de Crepúsculo (mas só do livro. O filme é uma desonra para a humanidade). Quando li a sinopse de Dezesseis Luas, a vontade de lê-lo foi tremenda. Quero dizer, cidades pequenas cheias de segredos, flashbacks misteriosos, uma garota mais misteriosa que os flashbacks... Quem resiste a algo assim?
Comecei a ler Dezesseis Luas e, sem saber, escolhi o melhor prato possível para meu desjejum. 


"A escuridão, a verdadeira escuridão, era algo além da pura ausência de luz". - Página 261

Ao virar as primeira páginas você já se sente envolvido pela magia que cerca a história. Mas não se engane. Não é uma magia bonitinha, como a de Harry Potter. Dezesseis Luas nos traz uma magia sombria, negra, que você sente fazendo cécegas nos seus dedos enquanto sussurram "leia mais um capítulo!" no seu ouvido.
Aliás, o livro não é nada como Harry Potter (só vou ressaltar isso por que li resenhas em que comparam os dois livros). Tá, dos dois livros fala sobre magia. HP trata do mundo dos Bruxos, e eu amo a história. Ponto. Já BC retrata os Conjuradores. Os Conjuradores (Casters em inglês. Por isso que os fãs da série são os Casters Girls/Boys) são levemente semelhantes aos bruxos, mas tem poderes e maneiras de usá-lo bem diferentes (principalmente dos bruxos de Harry Potter).

O livro conta a história de Ethan Wate, uma rapaz comum que estuda numa escola comum numa cidade não tão comum. Gatlin é, com certeza, um lugar maluco. Eu vivo numa cidadezinha no interior de Minas Gerais chamada Extrema. Essa cidade é a primeira do sul, fica beeeeeem naquela pontinha do mapa. E, por causa disso, todos os moradores se sentem muito orgulhosos disso. Essa cidade virou um ponto turístico por causa das trilhas da Serra da Mantiqueira, das cachoeiras e também por causa de ESTAR NO EXTREMO SUL!!!!! 


"Dezesseis luas, dezesseis anos
Dezesseis dos seus mais profundos medos
Dezesseis vezes você sonhou com minhas lágrimas
Caindo, caindo ao longo dos anos"
Página 13

Eu vi muitas semelhanças entre Gatlin e Extrema. Por que? Bom, aqui há muitas famílias tradicionais (eu sou de uma família tradicional de uma cidade vizinha, chamada Cambuí. Os Lambert são muito influentes por lá. Pelo que sei da minha árvore genealógica (até isso minha família TAMBÉM tem em comum com o livro) eu sou bisneta do "fundador" de Cambuí, que veio direto da França para cá. E, sim, você conhece meu sobrenome de Anna e o Beijo Francês. Lambert era o nome do hotel onde a Anna "morava").
Enfim, eu até gosto de morar em cidade pequena. Mas os assuntos e fofocas correm como em fogo em palha por aqui. E em Gatlin não é diferente.
A cidade de Gatlin tem fortes superstições e todos são católicos fervorosos. Além disso, a grande encenação da Guerra Civil é uma espécie de ritual anual de adoração aos seus antepassados que ninguém na cidade pode perder. No meio desse pessoal está a família de Ethan, que não é exatamente uma família. A mãe de Ethan morreu e ele vive apenas com o pai e a governanta da casa, Amma. O pai está de luto e recluso em seu quarto, terminando de escrever um misterioso livro. Amma, uma das minhas personagens prediletas do livro, é ótima. Ela é uma senhora que cuida de Ethan desde que ele se conhece por gente. E, além de tudo, ela é muito supersticiosa. Mexe com vodu e até macumba. 
A questão é que Gatlin não tem apenas Amma como personagem folclórico. Há também Macon Ravenwood, um homem soturno que há anos não sai de sua misteriosa mansão. 
A história de Dezesseis Luas começa quando Ethan sonha (pela trocentésima sétima vez) com uma garota que ele tenta salvar, mas nunca consegue. Quando ela acorda numa manhã chuvosa para o primeiro dia de aula (e, coincidentemente, o dia estava chuvosíssimo quando peguei o livro para ler. A propósito, está chovendo nesse momento em que estou escrevendo esta resenha) e há uma estranha música tocando em seu iPod. Esta música se chama Dezesseis Luas e tem uma voz feminina e macabra cantando o trecho que coloquei acima. Se vocês quiserem ouvir a música, aqui está:





Ethan sai de casa e vai se encontrar com Link (esse mesmo, do Zelda! Brincadeirinha =D Mas sei que foi a inspiração da autora, diz na descrição da Stohl que ela gosta de video-games). Quando ele chega na escola, a notícia mais bombástica do ano é repassada a ele: Lena Duchannes, a misteriosa sobrinha de Macon Ravenwood, está na cidade e vai estudar na mesma classe que todos eles!

Se eu contar mais que isso é spoiler, mas eu devo dizer: AMO A LENA! É uma das poucas personagens femininas que eu realmente gosto. Deve ser por que o livro é narrado pelo Ethan, e não por ela. Acho que eu a odiaria se ela narrasse o livro.
A personalidade de todos os personagens é muito interessante. Sem contar quando descrevem as roupas da Lena. Eu gosto muito do estilo dela, e acho que ela se parece comigo (mesmo que eu não tenha olhos verdes).
A Lena tem um colar que é citado muitas vezes no livro. Ele chama atenção por ter uns mil (tá, só uns 10) pingentes juntos. Quando terminei o livro, a primeira coisa que fiz foi construir um colar para mim. Olhem como ficou:


Um símbolo japonês, um crucifixo, um pentagrama, o símbolo da Disney e uma pimenta =D Cliquem na foto para ampliar.
Bom, já cobri o livros de elogios e é isso aí. Agora tá na hora de falar do filme.
O filme ainda não saiu, mas não estou muito ansiosa para isso. Veja por que:
1 - Posers brotarão do inferno para dizer que amam Beautiful Creatures;
2 - Eu simplesmente DETESTEI a escolha de atores para quase todos os personagens;
3 - Um filme jamais ficaria à altura desse livro. Jamais.

A atriz que colocaram como Lenna não se parece sequer com a descrição no livro. A Lena do livro tem olhos verdes, cabelos negros MUITO crespos. A atriz parece a Kristen Stewart,  resumindo.
Eu imaginava a Lena assim: 


Não assim:


Mas a gente não pode esperar que tudo seja perfeito. Eu realmente espero que o filme não me decepcione tanto assim. Vou deixar uns links legais sobre a série:

O trailer do filme:

É isso por hoje, meus kiridos. Até o próximo post.
As autoras =D
Beijos,
N!