quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Meus livros do David Levithan

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David Levithan e John Green, dois mitos da literatura jovem-adulta.

Olá, pessoas lindas e maravilhosas! Como estão no dia de hoje??

Neste belo dia trago a vocês mais um singelo vídeo do meu canal. Nesse vídeo irei falar dos livros que eu já li do David Levithan, fazendo um breve resumo do assunto principal e dizer o que achei de cada um deles. Já adianto que os cinco livros são espetaculares e que o David Levithan é um autor maravilhoso!






Espero que gostem do vídeo, deixem um comentário com dicas e sugestões para melhorar os livros seguintes, e me contem também se já leram algum dos livros desse autor que é simplesmente fabuloso.

É isso por hoje, pessoal, até a próxima!

domingo, 2 de outubro de 2016

O Oráculo Oculto, de Rick Riordan

O Oráculo OcultoAutor: Rick Riordan
Título original: The Hidden Oracle
Editora: Intrínseca
É bom?: ★★★★★
Páginas: 320
Sinopse: Como você pune um deus imortal? Transformando-o em humano, claro! Depois de despertar a fúria de Zeus por causa da guerra com Gaia, Apolo é expulso do Olimpo e vai parar na Terra, mais precisamente em uma caçamba de lixo em um beco sujo de Nova York. Fraco e desorientado, ele agora é Lester Papadopoulos, um adolescente mortal com cabelo encaracolado, espinhas e sem abdome tanquinho. Sem seus poderes, a divindade de quatro mil anos terá que descobrir como sobreviver no mundo moderno e o que fazer para cair novamente nas graças de Zeus. O problema é que isso não vai ser tão fácil. Apolo tem inimigos para todos os gostos: deuses, monstros e até mortais. Com a ajuda de Meg McCaffrey, uma semideusa sem-teto e maltrapilha, e Percy Jackson, ele chega ao Acampamento Meio-Sangue em busca de ajuda, mas acaba se deparando com ainda mais problemas. Vários semideuses estão desaparecidos e o Oráculo de Delfos, a fonte de profecias, está na mais completa escuridão. Agora, o ex-deus terá que solucionar esses mistérios, recuperar o oráculo e, mais importante, voltar a ser o imortal belo e gracioso que todos amam.

Antes de começar essa resenha, quero falar um pouco sobre o Rick Riordan. A seguir vou colar um trecho de uma resenha que eu fiz para A Espada do Verão: 


"Rick Riordan é um autor espetacular, e mesmo escrevendo livros que giram em torno da mesma fórmula (uma criança ou adolescente descobre que tem alguma ligação com alguma mitologia e precisa desesperadamente fazer alguma coisa para impedir o fim do mundo) nunca erra em suas histórias. Percy, filho de Poseidon, tem que impedir que Cronos destrua o mundo. Jason, filho de Júpiter, tem que impedir que Gaia destrua o mundo. Carter e Sadie, descendentes diretos dos faraós do Egito, tem que impedir que a grande Serpente devore o Sol. Agora temos Magnus, filho do deus nórdico Frey, que tem que impedir que o Ragnarök comece antes da hora.


Daí você me pergunta: Nath, por que você ainda lê os livros desse homem se eles são praticamente a mesma coisa? Bom, minha resposta é: a pesar da fórmula ser a mesma, a gente sabe que, na matemática, se você coloca números diferentes numa fórmula o resultado sempre sai diferente. É assim com os livros do tio Rick. A pesar de seguirem a mesma lógica, todos eles tem uma variedade de personagens absurda, ele é muito criativo na abordagem das mitologias, ele sabe ensinar história antiga de forma engraçada e sabe escrever boas histórias de mistério, comédia, ação e aventura sem ficar repetitivo."

Fico muito feliz em dizer que a minha opinião sobre o Tio Rick não mudou em nada, mas quero acrescentar algo que eu não disse nesse quote: o Rick Riordan se importa com os leitores e se esforça deliberadamente para escrever livros com personagens diversas, mesmo que isso custe alto para ele. 

Na primeira saga do Tio Rick, Percy Jackson e os Olimpianos, ele escreveu uma história de aventura com personagens legais e mitologia grega. Okay. Em seguida, ele escreveu As Crônicas dos Kane, com personagens negras e bi-raciais e personagens femininas mais fortes. Muito louco. Eis que ele escreveu Os Heróis do Olimpo, uma história da qual, de sete protagonistas, apenas três eram brancos, os outros sendo: uma menina negra, um rapaz chinês, um garoto latino e uma menina nativa-americana. Demais. Com Magnus Chase, Rick Riordan nos apresentou seu primeiro personagem deficiente, um elfo surdo, e uma garota muçulmana. Amei loucamente. Agora, em As Provações de Apolo, nós temos um casal gay canon e um narrador bissexual. SÉRIO!!

Eu acho que o Tio Rick só tem avançado em sua escrita colocando tanta diversidade em suas histórias, mas isso tem sido ruim para ele: muitos pais não querem mais comprar os livros para seus filhos por "defenderem a agenda gay" e afins. É triste ouvir isso? Muito. Mas é assim que mudaremos as coisas, e Rick Riordan sabe disso. Esse homem é muito corajoso e incrível, e eu adoro os livros dele.


Esse é o Apolo humano. Sim, ele tem um lenço com a bandeira do Brasil.
Okay, então temos mais um livro do Tio Rick sobre mitologia grega, e o livro é demais!

Nesse livro nós temos como narrador o deus Apolo que, após os acontecimentos em O Sangue do Olimpo, se tornou humano. Sim, ele perdeu todos os seus poderes. Essa não é a primeira vez que isso acontece com Apolo e ele sabe que tudo o que precisa fazer é passar por algumas provações e Zeus lhe restaurará a divindade. Como se fosse ser fácil...

A história começa quando Apolo pousa num beco cheio de lixo e é resgatado  de uns valentões por uma garota de 12 anos chamada Meg. Meg é uma semideusa e acaba se tornando mestra de Apolo: sim, ele terá de obedecer à menina se quiser se tornar deus novamente. Apolo decide procurar o Acampamento Meio-Sangue e recebe ajuda de Percy Jackson para isso e, ao chegar no acampamento, revemos várias personagens queridas (como Quíron e Nico), além de várias personagens novas muito interessantes.

Nico di Angelo e seu namorado, Will Solace (que é filho de Apolo!).
Desde que Apolo deixou de ser deus, o Oráculo de Delfos parou de funcionar, não há mais profecias e, sem profecias, não há missões para os semideuses. O Acampamento Meio-Sangue tem recebido cada vez menos semideuses (o que, para eles, é muito estranho) e algumas pessoas tem desaparecido misteriosamente. No meio dessa crise, um dos filhos de Hefesto, Harley (que procura desesperadamente pelo irmão Leo Valdez), decide fazer uma corrida de três pernas muito perigosa que já arrancou os braços de um rapaz (um semideus brasileiro!!! Chamado Paulo!!!! Filho de Hebe!!!!) no labirinto de Dédalo, o que leva Apolo e Meg diretamente para os novos vilões.

A coisa da qual mais gostei nesse livro com certeza foi a narração de Apolo. ELE É MUITO ENGRAÇADO. Ele é sarcástico, muito egocêntrico, irreverente e divertido. Ele faz comparações incríveis e poemas terríveis, usa as melhores metáforas e parece sempre muito perdido na vida. Mas ele ainda assim tem um coração bom e quer ajudar as pessoas, e isso movimenta a história do livro. Mas o melhor de tudo foi a apresentação de Apolo como bissexual. Ele menciona isso durante o livro em vários momentos e contextos diferentes, e achei muito legal que a sexualidade de Apolo estivesse intimamente ligada à sua personalidade. Mostra que o Rick Riordan se importa em mostrar essa faceta de Apolo, mostra que ele não deve esconder isso.

Apolo e Meg tem uma dinâmica muito boa, diferente do que estamos acostumados a ver. Uma amizade verdadeira.
O livro é muito divertido e maluco, mas ele teve seus defeitos. Por exemplo, Tio Rick manteve aquelas cenas de luta/ação intermináveis contra monstros aleatórios, e isso foi muito chato. Sério, eu gosto de cenas de ação e luta, mas não assim! Houveram momentos em que eu queria era pular um capítulo (a parte com as formigas, POR QUE??). 

E eu também não gostei do fanservice. Digo, eu adorei o fanservice, mas reconheço que foi desnecessário. Adorei rever personagens das sagas antigas? SIM. Gritei de alegria quando uma personagem voltou? LOUCAMENTE. Adorei ver meus shipps dando certo? FIZ MALABARISMO COM MINHAS LÁGRIMAS DE ALEGRIA. Mas sério, tá na hora do Tio Rick investir no andamento de suas novas histórias e novas personagens ao invés de ficar ressuscitando pessoas cujas histórias tiveram ótimos finais e poderiam ficar daquele jeito.

Por último, quero dizer que eu gostei da história nova, vejo muito potencial para os próximos livros e realmente estou ansiosa pela leitura. Espero que o Tio Rick continue com suas personagens diversas e que ele consiga dar bons finais a essas histórias tão promissoras que ele nos tem apresentado.

Agora estou ansiosa pelo lançamento de O Martelo de Thor, o próximo livro da saga Magnus Chase, e The Dark Prophecy, o próximo da saga do Apolo =D

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O que eu assisti de bão em: Setembro õ//

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Está tudo bem em assistir TV o dia inteiro.
Olá, pessoinhas maravilindas! Como vocês estão?

Hoje irei falar sobre as séries, filmes e podcasts que eu assisti/ouvi no mês de setembro. Nesse mês eu fiz estágio e trabalhos e provas e basicamente não tive tempo de assistir quase nada, sem contar que faz umas semanas que a internet em casa decidiu se deitar em berço esplêndido, ou seja, sem Netflix! *gritos de horror*

Mas eu assisti algumas coisinhas legais nesse mês, vamos falar sobre elas =D

Filmes



Nesse mês, num singelo final de semana sem absolutamente nada para fazer, meu namorado e eu assistimos o filme No Limite do Amanhã. É uma adaptação americanizada de All You Need Is Kill, um mangá muito muito MUITO bom MESMO que eu li esse ano. O filme é bem diferente do mangá e, a pesar de eu ter amado o mangá, achei que a história do filme foi mais consistente. É difícil explicar sem que você leia o mangá e assista ao filme.

O filme conta a história do oficial William Cage. Nosso mundo foi invadido por alienígenas cruéis e nossa única forma de defesa é utilizar trajes supertecnológicos na esperança de destruí-los. Quando o oficial recebe a notícia de que irá para o front de batalha, ele entra em pânico e deserta. Ele é recapturado e mandado ao front à força.

Chegando ao treinamento ele conhece os recrutas, sofre um pouco na mão do sargento-mor e fica sabendo da reputação de Rita Vratasky, conhecida como Full Metal Bitch, a melhor combatente contra os miméticos (os aliens). Quando William morre no primeiro dia de batalha, uma coisa bem curiosa acontece: ele começa a reviver seu dia como se nada tivesse acontecido, mas com todas as memórias de tudo o que aconteceu.



Em setembro também assisti o filme Mr. Holland – Adorável Professor. Eu faço licenciatura em Letras e a gente vive assistindo filmes e documentários sobre professores, escolas e alunos, essas coisas bem clichês. A pesar disso, os filmes são bem legais, e ouso dizer que Mr. Holland é o filme mais legal que eu assisti na faculdade.

O filme conta a história de um professor, o Mr. Holland. Ele era na verdade era um músico frustrado, e decidiu dar aulas para ganhar mais tempo (risos) para compor e um dinheiro extra (muitos risos). Ele percebe que dar aula não é algo fácil e o filme mostra sua evolução como docente, como ele deixou de ser músico para, de fato, se tornar professor.

Sabe aquela palhaçada que o Temer quer implantar, de que uma pessoa que tenha “conhecimento pleno” ou algum absurdo do tipo vai poder dar aula? Então, nem sei por onde começar para explicar o quão ridículo e absurdo isso é. Sabe qual a diferença entre bacharel em Letras e licenciatura em Letras (que é o curso que eu faço)? LICENCIATURA TEM OITO (8) MATÉRIAS LIGADAS A DIDÁTICA, PSICOLOGIA E PRÁTICA EDUCACIONAL! Dar aula não é só chegar numa sala de aula e começar a falar um monte de conhecimento descontextualizado. Fora Temer pra quem tiver um pingo de noção das coisas.

Séries


A segunda temporada de Mr. Robot chegou ao seu fim e com elas meus sentimentos de que o mundo pode ser um lugar decente se foram. SAM ESMAIL, NÃO SE TERMINA TEMPORADAS ASSIM!!!! Vamos fazer uma petição para que os roteiristas de nossos seriados favoritos parem de nos trollar.

Eu amo Mr. Robot, tanto por que o Rami Malek é lindo e talentoso (ele acabou de ganhar o Emmy de melhor ator em série de drama e foi MUITO merecido!) quanto por que a história da série é muito louca. Mr Robot é um seriado espetacular, cheio de easter eggs e puzzles e marotagens, que conta a história de um grupo de hacktivistas tentando derrubar o capitalismo ao hackear os bancos de dados da maior corporação (fictícia) do mundo. A segunda temporada narra especificamente o que acontece depois do grande hack e como o FBI está investigando o caso.

Em meio a todo esse clima de suspense, ainda lidamos com Elliot, o líder do grupo hacktivista, que tem depressão, ansiedade e transtorno de personalidade múltipla.

  

Em setembro eu comecei a assistir Gilmore Girls (após pesadas insistências de literalmente todas as pessoas do universo) no Netflix (mas tá sendo difícil assistir com a minha internet emburrada). Eu ainda estou na primeira temporada, mas o seriado é super fofo e engraçado e bonitinho e eu quero viver em Stars Hollow.

O seriado conta a história de Lorelai Gilmore, uma mulher que deu a luz aos 16 anos a Lorelai Gilmore (conhecida como Rory) (sim, ela deu o próprio nome à filha) (HOW COOL IS THAT?). Lorelai e Rory tem um relacionamento de mãe e filha muito fofo, além de que cada uma enfrenta seus desafios na vida, e o seriado é demais e todos deveriam assistir.

Outra coisa: sabe o Jared Padalecki, que faz o Sam Winchester em Supernatural? Então, ele está na série, e o nome dele é DEAN!!!!!


Eu tinha abandonado American Horror Story. Quem me conhece sabe que se tem UMA coisa que eu amo loucamente são HISTÓRIAS DE TERROR!! Acontece que eu assisti American Horror Story na época em que tinha acabado de passar a primeira temporada na televisão, bem quando eu tive uma luxação misteriosa no pulso esquerdo, e foi a série que me fez querer acompanhar outras séries. Sim, eu só sou seriadora hoje em dia por causa de AHS.

Eu adorei Murder House, Asylum é até hoje minha temporada favorita, eu achei Coven okay, mas eu não aguentei assistir Freak Show e sinceramente nem dei uma chance a Hotel. Eu gosto de terror de fantasmas, não gore, e Freak Show foi basicamente SÓ ISSO e eu não sou obrigada.

Acontece que a sexta temporada se chama “My Roanoke Nightmare”, e eu PRECISAVA assistir. Sou louca pela lenda da colônia desaparecida de Roanoke e eu senti que era a hora de voltar para o seriado. Eu assisti os dois primeiros episódios, que foram meio bobos para ser sincera, mas tenho esperanças de que não irão estragar uma das minhas creepypastas favoritas.

Podcasts


Uma coisa que não foi tirada de mim foi minha jornada de 40 minutos para ir e voltar de ônibus para minha faculdade em outro estado diariamente (respira), e nessa bela jornada eu aproveito o tempo livre para ouvir uns podcasts cabulosos.

Ultimamente tenho ouvido muito o Mamilos, que é um podcast semanal maravilhoso sobre pautas atuais no Brasil e no mundo. As meninas lindas do Mamilos lançaram uns programas incríveis nesse último mês, sendo estes: Guerra na Síria (incrível), Manifestações e Antibióticos, Suicídio (recomendo também o programa sobre Depressão) e Filhos e Paz Mundial. Aliás, acabei de perceber que elas liberaram um programa novo sobre Eleições 2016, PRECISO OUVIR HOJE NO BUSÃO!!!
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É isso por hoje, pessoal! Espero sinceramente que em outubro eu possa assistir mais marotagens. Mas, sinceramente, duvido muito.

Até o próximo post! õ/

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Vai me dizer que você NÃO quer abraçar esse indivíduo?