quarta-feira, 9 de março de 2016

Meus clipes favoritos por que sim, assistam pt.2


Olá, pessoal! 

Essa é a parte dois de três posts com meus videoclipes favoritos! Para ver a parte um, clique aqui. 

Nesta segunda parte eu colocarei os clipes que são visualmente mais bonitos e chamativos. Quando o visual casa com a música, o clipe não tem como dar errado.



Eu amo a Lindsey Stirling. Ela é uma youtuber violinista super talentosa. As músicas dela são sempre instrumentais - a não ser que ela tenha convidado algum cantor - e tudo o que ela faz é simplesmente excelente. Eu adoro Master Of Tides pois a música é linda e o clipe foi gravado ao vivo! É um espetáculo. Sério.



Todos os clipes do Linking Park são geniais e lindos, mas esse em especial me chama muito a atenção. A forma como foi filmado, as cores, a fumaça constante... Tudo isso deixou o clipe muito sombrio. O que fez com que combinasse perfeitamente com a música.




You think twice about your life, it probably happens at night, right?
Fight it, take the pain, ignite it,
Tie a noose around your mind loose enough to breathe fine and tie it,

To a tree, tell it, "You belong to me,

This ain't a noose, this is a leash,

And I have some news for you, you must obey me."

Essa letra me mata. É tão... poderosa. Minha vontade é pegar um carro e dirigir sem destino ouvindo essa música no volume máximo, cantando a plenos pulmões. Infelizmente não tenho carro, nem carteira, nem pulmões. Mas esse vídeo é incrível, com umas sacadas de câmera geniais.



Imagina que você está marotamente andando pela rua, preocupado com as roupas no varal, morrendo de fome, pensando naquela maratona de seriados que vai fazer de madrugada, etc. Eis que, do nada, o COLDPLAY aparece na rua e começa a tocar uma música e você só precisa segui-los para aparecer no clipe da mesma. How cool is that?




EU AMO BLACK VEIL BRIDES E QUERO QUE ELES FAÇAM A TRILHA SONORA DO MEU LIVRO "O ANJO DE VIDRO", POR QUE AS MÚSICAS DELES SÃO INCRÍVEIS, E EU TOTALMENTE INSPIREI O TIZIANO DE "OBSIDIAN" NO ANDY BIERSACK MAS POR FAVOR NÃO CONTA PRA NINGUÉM.

Todos os clipes do BVB são espetaculares. Eles sempre fazem clipes bem góticos (por que tem igrejas nos clipes, hahaha :B). Os clipes deles costumam ser gravados em mais de um ambiente, assim eles vão alternando as cenas e criando uma atmosfera de confusão e dualidade. Esse clipe é um exemplo perfeito disso. É lindo.



Okay, eu já fiz um post só sobre os clipes do 30 Seconds to Mars, então não vou colocar todos os clipes deles aqui nessa série de posts por que é desnecessário.

A questão é que Do or Die é... Lindo. Tem depoimentos de fãs, imagens incríveis, uma letra maravilhosa, enfim, tudo sobre esse clipe é perfeito. Dá uma vontade de sair de casa, ir para uma rodovia e sair correndo até você se tornar vento e voar e subir até o céu. Dá vontade de conquistar todos os seus sonhos.



Okay, eu poderia fazer um post só sobre músicas do Black Veil Brides e do Andy Biersack. Na verdade, excelente ideia hein, anotei aqui. As músicas deles são incríveis. Esse projeto solo do Andy é incrível, esse vídeo é perfeito, ele é lindo (cara, ele vai ser muito velho para ser o Tiziano quando meu livro virar filme mas ELE É PERFEITO PARA O PAPEL).

We're always runnin' away and we don't even stop to think about it
The world's in our hands, yeah
They don't need to understand
We do it our own way, no matter what they try to say about it
We've got our own plans, yeah
They don't need to understand



No primeiro post da série eu coloquei a música "Líquido Preto", que a pesar de incrível não tinha clipe. Aqui coloco "Icarus", uma música linda da banda Bastille, que não tem clipe. Eu adoraria que tivesse, e que fosse inspirado no meu livro homônimo, Icarus =D
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É isso por hoje, galera! Até a terceira e última parte ;)

ERGUEI AS MÃOS E DAI GLÓRIA A DEUS

segunda-feira, 7 de março de 2016

A Menina Submersa, de Caitlín R. Kiernan

A Menina Submersa: Memórias
Autora: Caitlín R. Kiernan
Título original: The Drowning Girl
Editora: Darkside Books
É bom?: ★★★★★ 
♥
Páginas: 320
Sinopse: 'A Menina Submersa - Memórias' é um verdadeiro conto de fadas, uma história de fantasmas habitada por sereias e licantropos. Mas antes de tudo uma grande história de amor construída como um quebra-cabeça pós-moderno, uma viagem através do labirinto de uma crescente doença mental. Um romance repleto de camadas, mitos e mistério, beleza e horror, em um fluxo de arquétipos que desafiam a primazia do 'real' sobre o 'verdadeiro' e resultam em uma das mais poderosas fantasias dark dos últimos anos. Considerado uma 'obra-prima do terror' da nova geração, o romance é repleto de elementos de realismo mágico e foi indicado a mais de cinco prêmios de literatura fantástica, e vencedor do importante Bram Stoker Awards 2013. A autora se aproxima de grandes nomes como Edgar Allan Poe e HP Lovecraft, que enxergaram o terror em um universo simples e trivial - na rua ao lado ou nas plácidas águas escuras do rio que passa perto de casa -, e sabem que o medo real nos habita. O romance evoca também as obras de Lewis Carrol, Emily Dickinson e a Ofélia, de Hamlet, clássica peça de Shakespeare, além de referências diretas a artistas mulheres que deram um fim trágico à sua existência, como a escritora Virginia Woolf.

Acredito que nós, leitores, adoramos classificar os livros que lemos em gêneros. Conto de fadas, drama, terror, mistério, suspense psicológico, etc. A Menina Submersa é tudo isso que eu citei, e um pouco mais, por isso decidi classificá-lo como realismo fantástico. Você talvez não concorde com minha classificação, mas vou me ater a ela por ora.

Quando comecei a ler A Menina Submersa, imediatamente eu o liguei a outro livro que eu li, no final de 2014: O Diário da Mariposa (resenha). Os dois livros, a pesar de conterem histórias completamente diferentes, tem algumas semelhanças em sua estrutura. Ambos os livros são narrados em primeira pessoa por uma narradora em quem não podemos confiar, que narra a história de forma desorganizada, apresenta fatos estranhos e mistura sua imaginação (ou não) com a realidade. Por isso, realismo fantástico.



Resultado de imagem para fecunda ratis
Fecunda Ratis, um quadro real mencionado no livro.
A Menina Submersa conta a história de India Morgan Phelps, ou Imp. Imp é uma garota que cresceu sem pai, foi criada pela mãe com a ajuda da avó. Tanto a mãe quanto a avó de Imp eram esquizofrênicas e ambas cometeram suicídio devido à doença. Imp também sofre de esquizofrenia, faz terapia, toma remédios e vive uma vida relativamente normal.

Desde muito pequena, Imp tem esse sonho de ser pintora. Quando ainda era criança e contou isso à sua mãe, as duas foram juntas a um museu observar as obras de arte. Foi então que Imp viu pela primeira vez um quadro chamado “A Menina Submersa”, quadro este que assombrou a vida de nossa personagem desde aquele momento. O quadro é fictício (quando eu estava lendo o livro eu pesquisei, achando que era um quadro real). Nele, uma jovem mulher está na beira de um lago ou rio, com os pés na água. Ela olha para trás, para a floresta de um verde intenso, como se tivesse ouvido alguma coisa. Imp sempre achou o quadro estranho, já que menina não estava submersa na pintura. Ela só tinha molhado os pés.

Imp escreve de forma não-linear. Subentendesse que, no começo do livro, tudo o que Imp está contando já aconteceu, e ela está apenas registrando suas memórias. Por causa da esquizofrenia e dos remédios, Imp tem uma certa dificuldade em lembrar das coisas, então escrever tudo é uma forma de mantê-la sã e dela ter certeza do que lhe aconteceu.


Imp acredita que, após conhecer Abalyn, sua namorada, coisas muito estranhas – mais estranhas que o normal – lhe aconteceram. Para começar, ela encontrou pela primeira vez esta estranha mulher, Eva Canning, duas vezes: uma em julho (quando ela era uma sereia) e outra em novembro (quando ela era um lobisomem). Nas duas vezes foi a primeira vez, a pesar de ser a mesma mulher, encontrada nua na beira da estrada.

A história, que presumivelmente já aconteceu antes do começo do livro, gira em torno do relacionamento de Abalyn e Imp e da obsessão de Imp para com Eva Canning. Coisas estranhas acontecem com Imp. Ela vê coisas estranhas, ouve coisas estranhas. Não significa que essas coisas não são reais. Na verdade, tudo parece extremamente verossímil. Em nenhum momento eu via as coisas que Imp narrava como fruto de sua doença. Para mim, ela vivia num limiar da fantasia. Talvez outras pessoas tenham uma opinião diferente da minha. 


Parece que escrever suas memórias não funciona bem, no entanto. Imp confunde muito a imaginação com a realidade (ou não), conta coisas “impossíveis” convicta de que elas aconteceram e se contradiz a todo momento. Imp mente muito. Imp fantasia demais. Imp não se lembra claramente do que aconteceu a ela. E isso, para mim, foi o que mais me fez amar o livro e considerá-lo um dos meus favoritos de todos os tempos. Você não ter 100% de certeza do que aconteceu num determinado momento faz você entrar na história e criar suas teorias. Te dá uma visão única do que você está lendo. Ninguém tem duas opiniões absolutamente iguais sobre este livro. Cada leitor tem uma versão única de A Menina Submersa em sua cabeça, cada leitura é diferente. Isso, meus caros colegas leitores, é simplesmente g e n i a l.

A partir desse ponto, acaba minha resenha e começa uma seção com minhas teorias para com este livro. Ou seja, SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER.

Essas duas teorias possuem MUITOS spoilers do livro. Esteja avisado.

Teoria dos nomes

Assim que eu comecei a ler o livro e vi que o apelido da personagem principal era Imp, minha cabeça ficou coçando por um longo tempo. Algo me incomodava nesse apelido. Ao mesmo tempo que me era familiar, não sabia de onde era. Eis que, ao chegar na página 200 (linha 3), me deparei com a seguinte frase: “[...]todos a chamam de demônio durante a vida inteira pensando que era fofo[...]”. Foi então que eu lembrei. Imp é o nome de um tipo de demônio menor na mitologia pagã, e em algumas mitologias é o nome de um tipo de fada, um djinn (algo a ver com um “conto de fadas” ou “uma história de fantasmas”?).

Abalyn foi outro nome que me incomodou desde o primeiro momento. É óbvio que Abalyn é o nome social da personagem, foi escolhido por ela e, provavelmente, inventado. Talvez tenha saído de algum jogo, mas a autora não mencionou nada do tipo e eu perguntei para meu irmão, que é amante de vídeo-games, e ele disse que nunca tinha ouvido falar desse nome. Curiosamente, Abalyn parece muito com o nome Abalim, dos um nomes do demônio da goétia Paimon. O nome de um demônio maior. Outra coincidência?

E Eva Canning. Meio difícil disfarçar. Por que o nome da personagem responsável pela perdição de Imp, pela desgraça de Imp, por toda a confusão e medo de Imp, tem justamente o nome de Eva?

Teoria das músicas

Eu amo a banda Death Cab for Cutie e meu álbum predileto deles é Plans, de 2005. Eu gosto de ler ouvindo música, e eu escolhi o álbum Plans muito antes de saber que tinha algo a ver com o livro. Uma estranha coincidência. Sou maluca por todas as músicas, sei todas de cabo a rabo e, conforme eu lia o livro, eu tinha cada vez mais certeza de que a autora tinha ouvido esse CD em loop infinito o tempo todo enquanto escrevia o livro. Eu encontrei muitas frases e momentos que se encaixavam com algumas das músicas, e quando eu li, na página 312 (linha 6 de baixo para cima) que Abalyn ouvira a música “I Will Follow You Into the Dark”, do álbum Plans, eu quase caí para trás. Eu mal pude acreditar que eu estava certa e a autora no mínimo conhecia o CD. Nos agradecimentos do livro ela até cita o CD!




Mas okay, cadê a teoria nisso tudo? Não tenho espaço suficiente e nem paciência para procurar, compilar e explicar todos os trechos que eu conectei a alguma das músicas do CD, mas queria falar de um em particular. Na verdade, é meio que uma correção à tradução do livro. Posso estar errada, é claro.


Na página 292 (a última página do livro propriamente dito, ou seja, spoiler alert!), na linha 4 de baixo para cima, temos a frase “o amor está observando alguém morrer”. Na música “What Sarah Said”, do DCFC, temos a frase “love is watching someone die”. Mas a frase é aplicada com o sentido de que o ato de amar alguém consiste em ver esse alguém morrer, não que o Amor Personificado está observando alguém morrer. Nessa parte do livro, Imp fala isso referindo-se à morte de Eva, que ela acreditava amar. Imp assiste Eva caminhar até ser engolida pelo mar, ou seja, vê Eva morrer. A frase “o amor está observando alguém morrer” ficou sem sentido, fora de lugar. Não sei o que está escrito no original, e pode ser que eu esteja errada, mas se for uma referência à música “What Sarah Said”, faria mais sentido se a tradução fosse “amar é ver alguém morrer”.

Enfim, posso estar errada. Pode não ser uma referência. Pode ser uma referência. Será que um dia saberemos? Como tudo nesse livro, é um mistério.

Minhas citações favoritas






quinta-feira, 3 de março de 2016

La Caixita #47 | BOOK HAUL


Olá, pessoas bonitas! Como vocês estão?

Hoje estou tendo um dia extremamente produtivo. Já trabalhei, fiz uma redação para a faculdade, fiz dever de casa muito entediante de linguística, assisti vários episódios de vários seriados e tô quase no fim de A Tormenta de Espadas. Falta uma hora e meia para eu sair de casa para pegar o ônibus pra faculdade, então decidi usar esse tempo sabiamente (escrevendo este belo post). Ainda tenho que tomar banho e terminar um episódio de Limitless, então SEJEMOS VELOZES, MUCHACHOS!

Comecei a escrever às 16h9min, vamos ver quanto vai demorar para terminar o post *música de filmes de espionagem* 


Eu comprei Another na Saraiva quando ainda estava em pré venda. É claro que eu poderia fazer um texto enorme falando sobre como este livro é incrível, e eu de fato já fiz, ele não é tão grande assim, obviamente é uma resenha e você pode lê-lo clicando aqui!

Comprei As Pontes de Puzur e A Breve Segunda Vida de Bree Tanner (eu sou fã de Crepúsculo, mas nunca tinha lido este livro. É curtinho, li em um dia e é bem legal, mas ainda fico revoltada com o fim que a Bree teve) na Amazon. A Amazon é maravilhosa, o único problemas deles é apenas aceitar cartão de crédito na compra de livros físicos. Enfim, ano passado eu li O Espadachim de Carvão e até fiz uma resenha para ele (clique aqui e leia). Eu tinha gostado do primeiro livro do Affonso Solano, com algumas ressalvas, mas não sei, o segundo acabou me fazendo desistir da série. Simplesmente não me cativou. Ambos os livros estão novíssimos, e estou trocando eles no skoob plus, livro x livro ou vendendo. Tem interesse? Me mande uma mensagem!


Estão super novinhos! Me manda um e-mail (nlbrustolin@hotmail.com), se tiver interesse em trocar/comprar.


Eu sou LOUCA MALUCA DOIDINHA pela nova Ms. Marvel, a Kamala Khan. Na verdade, em breve irá sair um post no qual falarei mais sobre os quadrinhos dela, então não vou me alongar muito. A questão é que eu comprei a primeira edição encadernada brasileira de Ms. Marvel, capa dura, linda e maravilhosa, que saiu pela Panini. O preço tá ótimo, mesmo para um produto capa dura e com páginas coloridas. Super recomendo!

Meu irmão comprou Marceline e As Rainhas do Grito e Fionna & Cake, ambos encadernados com histórias de Hora de Aventura, e eu obviamente tive que ler. Os quadrinhos são bem divertidos e fofinhos, mas bastante infantis. Eu gostei, no entanto. As ilustrações são legais e as histórias são engraçadinhas.


Da biblioteca da faculdade eu aluguei Linguagem e Ideologia, do Fiorin, um livro muito interessante sobre linguística, discurso e retórica. Já li o livro, que é curtinho, mas talvez precise ler de novo para quando a prova chegar. Sério, mesmo que você não faça Letras ou não tenha a princípio interesse por linguística, esse livro vale MUITO a pena. Aliás, tem até um trecho em que o autor manda um "tá bom, senta lá, Stálin!". Obviamente, não com estas palavras.

Aluguei também Toda Poesia, do Leminski. Eu NUNCA NA MINHA VIDA gostei de poesia, até hoje não encontrei um poema ou poeta que me cativasse de verdade. Não vejo sentido. Minha amiga, Debs, é louca por Leminski e decidi dar uma chance, mas até onde eu li, não achei nada de especial. Mas eu sou persistente.

UPDATE: Eu li umas cem páginas de Toda Poesia, mas poesia simplesmente não é pra mim. Abandonei o livro, confesso, foi um momento triste na história da literatura mundial. Desculpa, galera.

Aluguei também Dom Casmurro. Como futura professora de português, imagino que seja legal que eu leia livros clássicos nacionais, certo? Sempre tive curiosidade para ler Dom Casmurro, mas ainda não comecei. Tudo ao seu tempo.


Também aluguei da biblioteca da faculdade o livro Eclipse Total, do Stephen King. Meu amigo Gabriel me recomendou, li o livro semana passada e é ESPETACULAR. Não é de terror, como os livros do SK geralmente são. É um livro dramático, puxado pro suspense. É incrível, de verdade. Eu tive que devolver o livro antes de escrever esse post mas fique com essa foto dele que eu postei no instagram. 


Por último, mas não menos importante, eu FINALMENTE consegui completar minha coleção de Deadman Wonderland! Eu e meu irmão colecionamos esse mangá há uns três ou quatro anos, mas só agora conseguimos todos os volumes que nos faltavam - volumes 5, 8, 10, 11 e 12. Eu já li tudo pela internet, mas vou reler agora que tenho todos os volumes físicos pois ESSE MANGÁ É ESPETACULAR!

Tão lindos juntos <('-'<) me abraça, to emocionada.
Os mais novos eu nem tirei do plástico ainda :p

Enfim, pessoal, foi isso que chegou para mim nesse último mês. Já leram alguns destes livros/mangás/quadrinhos? Tem vontade de ler? Comentem!

Beijos, e até o próximo post (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

(E essa postagem terminou de ser escrita às 16h34min. Vinte e cinco minutos. Podia ser pior).