quinta-feira, 22 de junho de 2017

Quando é a hora de abandonar um livro?



OLAR, pessoas impacientes! Como vocês estão?

Hoje eu trago para vocês um vídeo breve e singelo explicando o por que de eu ter abandonado a Leitura Coletiva de O Senhor dos Anéis e por que eu costumo abandonar tantos livros no geral, e também explico minha técnica para saber quando um livro simplesmente não funciona para você e quando é hora de aceitar que você deve seguir em frente com suas leituras.



Os links mencionados no vídeo:


Espero que gostem, não se esqueçam de se inscrever no canal e dar joinha nesse vídeo! (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Mosquitolândia, de David Arnold

MosquitolândiaAutor: David Arnold
Título Original: Mosquitoland
Editora: Intrínseca
É bom?: ★★★★★ 4.5
Páginas: 352

Sinopse: 
“Meu nome é Mary Iris Malone, e eu não estou nada bem.” Após o inesperado divórcio dos pais, Mim Malone é arrastada de sua casa em Ohio para o árido Missis - sippi, onde passa a morar com o pai e a madrasta e a ser medicada contra a própria vontade. Porém, antes mesmo de a poeira da mudança baixar, ela descobre que a mãe está doente. Mim foge de sua nova vida e embarca em um ônibus com destino a seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, e acaba encontrando alguns companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho. Quando a jornada de mais de mil quilômetros toma rumos inesperados, ela precisa confrontar os próprios demô- nios e redefinir seus conceitos de amor, lealdade e sanidade. Com uma narrativa caleidoscópica e inesquecível, Mosquitolândia é uma odisseia contemporânea, uma história sobre as dificuldades do dia a dia e o que fazemos para enfrentá-las.


É difícil escrever uma resenha sobre um livro que gostamos, por que uma parte de nós não quer que ninguém mais o leia. Parece que, se alguém mais ler este livro, vai aprender algo sobre mim que eu não queria que ninguém mais soubesse, por isso cresce a vontade de impedir que qualquer outra pessoa tente se conectar com um livro que me tocou tão profundamente.

Esse livro foi diferente de tudo o que já li, ao mesmo tempo em que trazia estruturas que já me eram familiares de outros romances Young Adult. As personagens em Mosquitolândia são únicas à sua maneira, mesmo que se pareçam com outras de outras obras. O roteiro no estilo Road Trip é extremamente saturado, mas o autor utilizou o recurso de forma única e magistral. Já li dezenas de romances adolescentes sobre doenças mentais, sobre problemas familiares e sobre auto descoberta, mas esse livro não é igual a essa dezena de livros nesses assuntos.


E edição americana, com capa dura a jacket.
Mosquitolândia conta a história de Mim, apelido de Mary Iris Malone, uma garota que sempre viveu sob a sombra de uma psicose. Desde criança ela demonstra sofrer de alguns sintomas dessa doença, e seus pais sempre tentaram protegê-la dessa realidade, lhe levando para psicólogos, psiquiatras e lhe entupindo de remédios.

Mas nem todos os médicos e remédios do mundo poderiam ter preparado Mim para a separação dos pais, que de longe foi o momento mais chocante de sua vida. Sua mãe fica para trás, na cidade onde sua família morava, e Mim vai morar com o pai e sua madrasta muito mais jovem do outro lado do país. Mim não está lidando nada bem com este fato, até descobrir que sua mãe não está mais entrando em contato com ela por estar doente. Algo dentro de Mim a move, e ela rouba dinheiro de sua madrasta para pegar um ônibus que atravessará os EUA e que chegará em sua cidade natal no Dia do Trabalho, um dia importante para Mim e sua mãe.

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O livro segue a trajetória de Mim na viajem de ônibus até sua mãe, bem como todas as aventuras engraçadas, tristes e perigosas que ela vive, desde um ônibus capotado, uma herança perdida e uma criança com síndrome do down da qual ela tem que cuidar por um tempo. Também temos as cartas que Mim escreve para Isabel, uma personagem interessante na história, mesmo que ausente. Nessas cartas sabemos mais sobre a mente de Mim, e sobre seu passado.

O livro é maravilhoso. É divertido e dramático na medida certa, e as últimas 50 páginas tem tantos plot twists maravilhosamente construídos que me senti num episódio de How to Get Away With Murder.

Amei esse livro, pretendo relê-lo no futuro, e recomendo esta leitura para todas as pessoas dispostas a se surpreender com um livro diferente e honesto sobre depressão e ansiedade.


terça-feira, 13 de junho de 2017

BOOKSHELF TOUR (2017)


Olá, pessoinhas! Como vocês estão?

Hoje é o primeiro dia da minha semana de provas SOCORRO mas decidi postar um vídeo looooongo que estou ensaiando de postar faz tempo. É a Bookshelf Tour, que muita gente pediu, eu já tinha gravado e editado faz tempo mas deixei de lado por causa de coisas estressantes.

Enfim, vamos finalmente ver esse vídeo maravilindo! O vídeo ficou longo, com 40+ minutos, mas mostrei TODOS os meus 300 livros e ainda falei um pouco da minha estante quebrada. Decidi não acelerar o vídeo pois achei que ia ficar estranho me ouvir com voz de hélio e nem ia diminuir muito tempo de duração.



Enfim, espero que tenham gostado! Sei que o vídeo não ficou perfeito: 01) eu gravo com o celular e ele perdeu o foco em MUITOS MOMENTOS; 02) tive que gravar com o flash do celular ligado pois estava escurecendo e o vídeo ficou meio ofuscado em alguns momentos e 03) fiquei quase duas horas gravando para poder mostrar todos os 300+ livros e eventualmente fiquei cansada e meu braço ficou tremendo.

Peço perdão pelo vacilo e prometo que isso não vai se repetir na próxima edição da Bookshelf Tour (daqui uns três anos).

Enfim, deixem suas críticas construtivas e pedidos nos comentários. Até o próximo vídeo!!


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